Gol recebe aval da CVM e oferta venderá ação a R$ 35,12
Enviado: Qui Abr 28, 2005 13:15
Gol recebe aval da CVM e oferta venderá ação a R$ 35,12
da Folha Online
A oferta pública de ações da Gol, a segunda realizada pela companhia aérea em menos de um ano, poderá movimentar R$ 593,7 milhões. A operação recebeu hoje o aval da CVM (Comissão de Valores Mobiliários).
Foi definido que cada papel será vendido por R$ 35,12. Esse valor ficou acima da cotação de fechamento de hoje (R$ 34,50) e foi definido em processo de "bookbuilding" (coleta de propostas). O pedido de registro da oferta foi feito na CVM em março.
A oferta tem dois objetivos: levantar dinheiro para a compra de novos aviões e remunerar o capital de seu sócio estrangeiro, o grupo norte-americano AIG, dona da maior seguradora do mundo.
Na oferta, podem ser vendidos até 16,9 milhões de ações. Esse número inclui o lote adicional (2,2 milhões) oferecido aos bancos coordenadores em caso de excesso da demanda.
Em geral, os bancos tem um prazo de um mês para decidir se exercem ou não o direito de venda desse lote extra, conhecido como "green shoe".
A operação da Gol é mista, ou seja, envolve a emissão de novos papéis (oferta primária) e de ações já existentes (secundária), em poder de acionistas. No total, são 7,725 milhões de ações (R$ 271,330 milhões) na oferta primária e 9,179 milhões (R$ 322,373 milhões) na secundária.
No início do mês passado, a empresa reduziu esta segunda oferta global de ações de 20,4 milhões para 14,7 milhões de ações preferenciais, sem incluir o lote extra.
Do total, cerca de 5,2 milhões de ações são de propriedade da Gol, e outras 9,2 milhões de ações são da AIG por meio da empresa BSSF Air Holdings.
A fatia dos americanos na Gol diminuiu no ano passado após a oferta pública para abertura de capital. Nessa operação, a empresa vendeu 17,62% de suas ações e captou R$ 878,1 milhões. Os papéis disparam desde a estréia em 24 de junho.
A nova captação de recursos no mercado de capitais por meio da venda de ações vai ajudar a empresa a tocar seu plano de aumento da frota, que foi anunciado em maio de 2004.
No total, os pedidos firmes da Gol com a Boeing somam 30 aeronaves, que devem ser entregues entre 2006 e 2010: seis em 2006, 13 em 2007, sete em 2008 e quatro em 2009. Hoje a empresa opera com 29 aviões. Quando começou a voar, tinha apenas seis.
da Folha Online
A oferta pública de ações da Gol, a segunda realizada pela companhia aérea em menos de um ano, poderá movimentar R$ 593,7 milhões. A operação recebeu hoje o aval da CVM (Comissão de Valores Mobiliários).
Foi definido que cada papel será vendido por R$ 35,12. Esse valor ficou acima da cotação de fechamento de hoje (R$ 34,50) e foi definido em processo de "bookbuilding" (coleta de propostas). O pedido de registro da oferta foi feito na CVM em março.
A oferta tem dois objetivos: levantar dinheiro para a compra de novos aviões e remunerar o capital de seu sócio estrangeiro, o grupo norte-americano AIG, dona da maior seguradora do mundo.
Na oferta, podem ser vendidos até 16,9 milhões de ações. Esse número inclui o lote adicional (2,2 milhões) oferecido aos bancos coordenadores em caso de excesso da demanda.
Em geral, os bancos tem um prazo de um mês para decidir se exercem ou não o direito de venda desse lote extra, conhecido como "green shoe".
A operação da Gol é mista, ou seja, envolve a emissão de novos papéis (oferta primária) e de ações já existentes (secundária), em poder de acionistas. No total, são 7,725 milhões de ações (R$ 271,330 milhões) na oferta primária e 9,179 milhões (R$ 322,373 milhões) na secundária.
No início do mês passado, a empresa reduziu esta segunda oferta global de ações de 20,4 milhões para 14,7 milhões de ações preferenciais, sem incluir o lote extra.
Do total, cerca de 5,2 milhões de ações são de propriedade da Gol, e outras 9,2 milhões de ações são da AIG por meio da empresa BSSF Air Holdings.
A fatia dos americanos na Gol diminuiu no ano passado após a oferta pública para abertura de capital. Nessa operação, a empresa vendeu 17,62% de suas ações e captou R$ 878,1 milhões. Os papéis disparam desde a estréia em 24 de junho.
A nova captação de recursos no mercado de capitais por meio da venda de ações vai ajudar a empresa a tocar seu plano de aumento da frota, que foi anunciado em maio de 2004.
No total, os pedidos firmes da Gol com a Boeing somam 30 aeronaves, que devem ser entregues entre 2006 e 2010: seis em 2006, 13 em 2007, sete em 2008 e quatro em 2009. Hoje a empresa opera com 29 aviões. Quando começou a voar, tinha apenas seis.
