Boa tarde amigos Forenses.
Trecho de uma reportagem publicada na Revista Flap Internacional – Edição Histórica de nº 339.
Se por um lado a vinda do BAe 146 ao Brasil não resultou na sua adoção para a ponte aérea, aguçou o interesse do comandante José Afonso de Asumpção, presidente da Lider Taxi Aéreo, de fundar uma nova companhia de transporte aéreo regular.
A intenção de Asumpção era operar os chamados vôos VDC (Vôos Direto ao Centro), ligando o aeroporto da Pampulha, sede da empresa, aos aeroportos de Congonhas, em São Paulo, e Santos Dumont (Rio de janeiro).
A demanda por esses vôos, que justamente com os da ponte aérea eram considerados o filé
mignom da aviação comercial Brasileira, crescia à época a uma média de 10% ao ano, o que na ótica de Asumpção era justificativa mais deque suficiente para tornar o empreendimento plausível.
Nasce a empresa
Dando prosseguimento a sua meta, em 03 de abril de 1991 era anunciada com toda a pompa e estilo, em Belo Horizonte, o surgimento da mais nova estrela da constelação do Grupo Lider:
A Air Brasil, empresa que tinha como símbolo o Beija Flor e com a qual Asumpção pretendia abocanhar 12% do mercado e passageiros em seis diárias ligando Belo Horizonte ao Rio de Janeiro e São Paulo, e nas oito linhas da ponte aérea, cuja autorização pára exploração ele já havia solicitado junto ao DAC.
Simultaneamente, a British Aerospece providenciava a pintura dos aviões todos ex- American Airlines, nas cores da Air Brasil. Esses aviões tinha,m os números de serie E2058, matricula N699AA, E2053, matricula N695AA, e E2057, matricula N698AA. O primeiro citado chegou ao Brasil em abril de 1991 e visitou diversas cidades para divulgar a nova empresa, enquanto qoe os dois últimos nunca foram entregues.
Eis o N699AA -
http://i.imgur.com/Zu9Yirv.jpg" onclick="window.open(this.href);return false;
==============================================================================================================================================
Dizem as más línguas que o problema para a não autorização das rotas e, que a nova empresa pretendia fazer vôos triangulares, ligando PLU / CGH / SDU / PLU, e ai não de pé para a Air Brasil. Alem do que a pressão das demais empresas aéreas da época não deixou vingar a novata Air Brasil.
Abraços
Cursio