Sul de Minas propõe banco de passagens
Enviado: Dom Abr 10, 2005 22:00
Sul de Minas propõe banco de passagens
Estado de Minas - 10/04/2005
Prefeitos das principais cidades do Sul de Minas estão se mobilizando para tentar reativar os vôos regulares diários para a região. O maior obstáculo é o preço cobrado pelas empresas aéreas, que não conseguem competir com o transporte rodoviário, uma vez que as cidades estão relativamente próximas aos principais centros econômicos do País. Para contornar o problema, as prefeituras de Poços de Caldas, Pouso Alegre e Varginha planejam criar um projeto inédito, a Associação dos Passageiros Aéreos do Sul de Minas Gerais (Apasmig), que organizaria um banco de passagens.
De acordo com o idealizador do projeto, Nelson Gonçalves, o banco de passagens possibilitaria garantir às empresas aéreas uma lotação mínima nos vôos regionais, ao mesmo tempo que permitiria preço mais baixo para os associados. O valor das passagens dos associados seria fixado de acordo com o preço de fretamento de uma aeronave. As demais passagens teriam seu preço fixado pelas concessionárias.
Turismo - As regras da entidade ainda estão sendo discutidas, mas a idéia é que cada empresa ou órgão público associado tenha que comprar um mínimo de passagens mensais. Caso não as use, o excesso deverá ser negociado com o sindicato de hotéis da região, a preços mais baixos, o que resultaria na oferta de pacotes turísticos de menor custo. Para viabilizar o projeto, é necessário montar um banco de pelo menos 400 passagens aéreas mensais, segundo o secretário de Turismo de Pouso Alegre, Sérgio Garcia Bolaxa.
Nelson Gonçalves, que é diretor do Departamento Municipal de Trânsito de Poços de Caldas, diz que a meta é viabilizar vôos diários na rota Belo Horizonte-Passos-Poços de Caldas-São Paulo-Pouso Alegre-Varginha-Belo Horizonte, em aeronaves de 20 ou 30 lugares.
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Estado de Minas - 10/04/2005
Prefeitos das principais cidades do Sul de Minas estão se mobilizando para tentar reativar os vôos regulares diários para a região. O maior obstáculo é o preço cobrado pelas empresas aéreas, que não conseguem competir com o transporte rodoviário, uma vez que as cidades estão relativamente próximas aos principais centros econômicos do País. Para contornar o problema, as prefeituras de Poços de Caldas, Pouso Alegre e Varginha planejam criar um projeto inédito, a Associação dos Passageiros Aéreos do Sul de Minas Gerais (Apasmig), que organizaria um banco de passagens.
De acordo com o idealizador do projeto, Nelson Gonçalves, o banco de passagens possibilitaria garantir às empresas aéreas uma lotação mínima nos vôos regionais, ao mesmo tempo que permitiria preço mais baixo para os associados. O valor das passagens dos associados seria fixado de acordo com o preço de fretamento de uma aeronave. As demais passagens teriam seu preço fixado pelas concessionárias.
Turismo - As regras da entidade ainda estão sendo discutidas, mas a idéia é que cada empresa ou órgão público associado tenha que comprar um mínimo de passagens mensais. Caso não as use, o excesso deverá ser negociado com o sindicato de hotéis da região, a preços mais baixos, o que resultaria na oferta de pacotes turísticos de menor custo. Para viabilizar o projeto, é necessário montar um banco de pelo menos 400 passagens aéreas mensais, segundo o secretário de Turismo de Pouso Alegre, Sérgio Garcia Bolaxa.
Nelson Gonçalves, que é diretor do Departamento Municipal de Trânsito de Poços de Caldas, diz que a meta é viabilizar vôos diários na rota Belo Horizonte-Passos-Poços de Caldas-São Paulo-Pouso Alegre-Varginha-Belo Horizonte, em aeronaves de 20 ou 30 lugares.
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