Avião interceptado em Roma não continha explosivos
Enviado: Sex Abr 08, 2005 13:29
Caças da força aérea italiana interceptaram hoje um avião oriundo dos Bálcãs suspeito que se dirigia ao aeroporto romano de Ciampino, onde durante esta tarde decolarão diversos aviões oficiais que levam a bordo personalidades que assistiram ao funeral de João Paulo II. Inicialmente, fontes de inteligência garantiram que havia uma bomba a bordo da aeronave, informação negada pela Aeronáutica. O avião foi obrigado a aterrissar na base de Pratica di Mare.
A descoberta de um avião não identificado colocou em alarme a Aeronáutica italiana já que dos aeroportos de Roma decolavam vôos com várias personalidades que haviam estado no funeral do papa João Paulo II.
Dois caças F-16 obrigaram o Learjet, que ia de Belgrado para Ciampino, a aterrissar na instalação militar de Pratica di Mare, nos arredores de Roma.
Fontes oficiais na Sérvia disseram que o avião era para líderes sérvios-montenegrinos e da Macedônia que iam voltar para casa após o enterro do papa.
Como nada foi encontrado, o avião teve permissão para continuar viagem, declarou o chefe de Estado Maior do Aeronáutica, Leonardo Tricarico.
O funeral do papa obrigou as autoridades italianas a preparar um grande dispositivo de segurança, que incluiu a proibição de sobrevoar Roma até que os líderes mundiais deixem a cidade.
Um avião radar "Awacs", da Otan, controlou o espaço aéreo da cidade e caças do exército ficaram preparados para decolar e interceptar qualquer aeronave suspeita.
A descoberta de um avião não identificado colocou em alarme a Aeronáutica italiana já que dos aeroportos de Roma decolavam vôos com várias personalidades que haviam estado no funeral do papa João Paulo II.
Dois caças F-16 obrigaram o Learjet, que ia de Belgrado para Ciampino, a aterrissar na instalação militar de Pratica di Mare, nos arredores de Roma.
Fontes oficiais na Sérvia disseram que o avião era para líderes sérvios-montenegrinos e da Macedônia que iam voltar para casa após o enterro do papa.
Como nada foi encontrado, o avião teve permissão para continuar viagem, declarou o chefe de Estado Maior do Aeronáutica, Leonardo Tricarico.
O funeral do papa obrigou as autoridades italianas a preparar um grande dispositivo de segurança, que incluiu a proibição de sobrevoar Roma até que os líderes mundiais deixem a cidade.
Um avião radar "Awacs", da Otan, controlou o espaço aéreo da cidade e caças do exército ficaram preparados para decolar e interceptar qualquer aeronave suspeita.