Não ofereço passagem barata mas preço justo, diz executivo d
Enviado: Sex Abr 01, 2005 23:07
Não ofereço passagem barata mas preço justo, diz executivo da BRA
Globo Online - 01/04/2005
Não existe crise na aviação brasileira nem há como existir, defendeu nesta sexta-feira o sócio-diretor da BRA Transportes Aéreos, Walter Folegatti. O executivo, que celebrou a autorização recebida pelo Departamento de Aviação Civil (DAC) para operar vôos domésticos regulares - a empresa já opera charters - reconheceu que a atividade exige investimentos altos, mas defendeu que falta eficiência no setor.
- Preço baixo resulta de produtividade, do fator escala. Como em qualquer indústria, a relação é 'se eu vendo mais, abaixo custo e preço'. E em aviação não pode ser diferente e traduzo isso em avião lotado. Hoje ofereço um preço justo que deve ficar entre R$ 120 e R$ 150 em curtas distâncias, o que é bom para a empresa e para o consumidor - defendeu.
Segundo Folegatti, se a aviação civil brasileira estivesse em crise, a Gol, que também opera sob o conceito baixo custo e tarifa (low cost, low fare), não apresentaria lucros altos ou bons resultados.
- Ajudamos a quebrar o paradigma de que não existe passagem barata, de que tudo em aviação tem que ser caro. A Gol é exemplo de sucesso. Hoje tenho 90% de ocupação média de assentos, mas este número não é bom. Aliás, se estivéssemos em uma linha de produção, esta perda de 10% seria considerada horrível. E é nisso que vamos nos basear para oferecer produtos, defendendo a qualidade - analisou.
Folegatti antecipou ainda que a empresa, que hoje conta com nove aeronaves Boeing em sistema de leasing, está encomendando mais quatro modelos 737, 747 e 767, com planos de dobrar a frota até dezembro deste ano. O investimento médio é de US$ 1,2 milhão por aeronave, incluindo estoque de peças, treinamento e manutenção.
-
Globo Online - 01/04/2005
Não existe crise na aviação brasileira nem há como existir, defendeu nesta sexta-feira o sócio-diretor da BRA Transportes Aéreos, Walter Folegatti. O executivo, que celebrou a autorização recebida pelo Departamento de Aviação Civil (DAC) para operar vôos domésticos regulares - a empresa já opera charters - reconheceu que a atividade exige investimentos altos, mas defendeu que falta eficiência no setor.
- Preço baixo resulta de produtividade, do fator escala. Como em qualquer indústria, a relação é 'se eu vendo mais, abaixo custo e preço'. E em aviação não pode ser diferente e traduzo isso em avião lotado. Hoje ofereço um preço justo que deve ficar entre R$ 120 e R$ 150 em curtas distâncias, o que é bom para a empresa e para o consumidor - defendeu.
Segundo Folegatti, se a aviação civil brasileira estivesse em crise, a Gol, que também opera sob o conceito baixo custo e tarifa (low cost, low fare), não apresentaria lucros altos ou bons resultados.
- Ajudamos a quebrar o paradigma de que não existe passagem barata, de que tudo em aviação tem que ser caro. A Gol é exemplo de sucesso. Hoje tenho 90% de ocupação média de assentos, mas este número não é bom. Aliás, se estivéssemos em uma linha de produção, esta perda de 10% seria considerada horrível. E é nisso que vamos nos basear para oferecer produtos, defendendo a qualidade - analisou.
Folegatti antecipou ainda que a empresa, que hoje conta com nove aeronaves Boeing em sistema de leasing, está encomendando mais quatro modelos 737, 747 e 767, com planos de dobrar a frota até dezembro deste ano. O investimento médio é de US$ 1,2 milhão por aeronave, incluindo estoque de peças, treinamento e manutenção.
-