PERFIL DOS PASSAGEIROS E SUAS PREFERÊNCIAS !
Enviado: Qua Mar 30, 2005 01:45
Classe média olha preço e milhagem
Fonte: Folha de S.Paulo
"Se sou eu que estou pagando, escolho o preço mais baixo." O gerente de operações Ronaldo Fonseca, 29, viaja toda semana a trabalho há seis meses. Tem um salário "entre R$ 6.000 e R$ 8.000", mas admite que em suas viagens pessoais busca a menor tarifa.
Na última quinta-feira, ele aguardava no aeroporto de Congonhas para embarcar para o Rio de Janeiro. Conta que, nos vôos que faz pela empresa em que trabalha, escolhe entre ir ou voltar pela TAM. A outra parte da viagem faz pela Gol. "Era sempre pela TAM, mas houve contenção de custos."
Mariana de Oliveira, 36, servidora pública, estava desembarcando pela Gol no mesmo dia. Foi a primeira vez em que voou pela companhia. "Perdi a promoção da TAM e achei as tarifas da Gol interessantes."
Outros passageiros colocam benefícios como um programa de milhagem em primeiro lugar. "Acho que a TAM é melhor", diz o gerente regional Paulo Pinheiro, 38.
Uma visita às áreas de embarque das principais empresas em Congonhas mostra que o perfil do passageiro de Varig, TAM e Gol é bem parecido. Mudança maior se nota no aeroporto de Guarulhos, na área de embarque da BRA.
Alexinaldo Miranda Santos, 32, que na quinta-feira viajava para o Rio com sua namorada, Wilma Natália da Silva, 25, tem uma renda de R$ 1.300.
"Viajo uma vez por ano. Vou pela BRA porque os preços são acessíveis", diz Santos.
Uma parcela dos passageiros da charter tem renda maior. "Viajo pela BRA porque o preço da ida é a ida e a volta da Gol. Mas muitas vezes os aviões estão sujos", critica Gélson Gavazzi, 36, corretor de imóveis, que ganha R$ 4.500.
Fonte: Folha de S.Paulo (27/03/05)
Fonte: Folha de S.Paulo
"Se sou eu que estou pagando, escolho o preço mais baixo." O gerente de operações Ronaldo Fonseca, 29, viaja toda semana a trabalho há seis meses. Tem um salário "entre R$ 6.000 e R$ 8.000", mas admite que em suas viagens pessoais busca a menor tarifa.
Na última quinta-feira, ele aguardava no aeroporto de Congonhas para embarcar para o Rio de Janeiro. Conta que, nos vôos que faz pela empresa em que trabalha, escolhe entre ir ou voltar pela TAM. A outra parte da viagem faz pela Gol. "Era sempre pela TAM, mas houve contenção de custos."
Mariana de Oliveira, 36, servidora pública, estava desembarcando pela Gol no mesmo dia. Foi a primeira vez em que voou pela companhia. "Perdi a promoção da TAM e achei as tarifas da Gol interessantes."
Outros passageiros colocam benefícios como um programa de milhagem em primeiro lugar. "Acho que a TAM é melhor", diz o gerente regional Paulo Pinheiro, 38.
Uma visita às áreas de embarque das principais empresas em Congonhas mostra que o perfil do passageiro de Varig, TAM e Gol é bem parecido. Mudança maior se nota no aeroporto de Guarulhos, na área de embarque da BRA.
Alexinaldo Miranda Santos, 32, que na quinta-feira viajava para o Rio com sua namorada, Wilma Natália da Silva, 25, tem uma renda de R$ 1.300.
"Viajo uma vez por ano. Vou pela BRA porque os preços são acessíveis", diz Santos.
Uma parcela dos passageiros da charter tem renda maior. "Viajo pela BRA porque o preço da ida é a ida e a volta da Gol. Mas muitas vezes os aviões estão sujos", critica Gélson Gavazzi, 36, corretor de imóveis, que ganha R$ 4.500.
Fonte: Folha de S.Paulo (27/03/05)