Star Alliance custa 10 milhões
Enviado: Qua Mar 23, 2005 21:43
Star Alliance custa 10 milhões
A entrada na Star Alliance representa para a TAP um esforço financeiro da ordem dos dez milhões de euros. Montante que será diluído "ao longo dos anos", disse Fernando Pinto. O investimento é feito sobretudo em sistemas informáticos de distribuição e reservas. O administrador-delegado da TAP realça, no entanto, o impacto positivo para a companhia proporcionado por esta parceria. Anualmente, os ganhos resultantes da adesão estão estimados em "30 milhões de euros". Um efeito que, adiantou Fernando Pinto, "já se fará sentir este ano, ainda que não pela totalidade". As vantagens da adesão passam também pela integração do hub de Lisboa na Star, passando os clientes a dispor de uma oferta maior, permitindo a possibilidade de efectuarem voos de ligação à partida de mais de dez hubs dife- rentes, estrategicamente distribuídos por todo o continente europeu. A Star foi constituída em 1997 e é considerada a primeira aliança de companhias aéreas verdadeiramente global. Até à data são membros da aliança a Air Canada, Air New Zealand, ANA, Asian Airlines, Singapore Airlines, Spanair, TAP, Thai Airways, United , US Airways, Varig, Lufthansa, bmi, Lot Polish, SAS, a que se junta nos próximos meses a South African . A Lufthansa lidera a aliança, e ontem reforçou a sua estrutura com a aquisição da Swiss (ex-Swissair). Globalmente, as companhias membros da Star Alliance oferecem mais de 15 mil voos diários para 795 destinos em 139 países. Isoladamente, a TAP opera em média 160 a 180 voos diários e dispõe de uma frota moderna, composta por 30 Airbus, a que se juntarão mais quatro aeronaves até 2007.
DIARIO DE NOTICIAS
A entrada na Star Alliance representa para a TAP um esforço financeiro da ordem dos dez milhões de euros. Montante que será diluído "ao longo dos anos", disse Fernando Pinto. O investimento é feito sobretudo em sistemas informáticos de distribuição e reservas. O administrador-delegado da TAP realça, no entanto, o impacto positivo para a companhia proporcionado por esta parceria. Anualmente, os ganhos resultantes da adesão estão estimados em "30 milhões de euros". Um efeito que, adiantou Fernando Pinto, "já se fará sentir este ano, ainda que não pela totalidade". As vantagens da adesão passam também pela integração do hub de Lisboa na Star, passando os clientes a dispor de uma oferta maior, permitindo a possibilidade de efectuarem voos de ligação à partida de mais de dez hubs dife- rentes, estrategicamente distribuídos por todo o continente europeu. A Star foi constituída em 1997 e é considerada a primeira aliança de companhias aéreas verdadeiramente global. Até à data são membros da aliança a Air Canada, Air New Zealand, ANA, Asian Airlines, Singapore Airlines, Spanair, TAP, Thai Airways, United , US Airways, Varig, Lufthansa, bmi, Lot Polish, SAS, a que se junta nos próximos meses a South African . A Lufthansa lidera a aliança, e ontem reforçou a sua estrutura com a aquisição da Swiss (ex-Swissair). Globalmente, as companhias membros da Star Alliance oferecem mais de 15 mil voos diários para 795 destinos em 139 países. Isoladamente, a TAP opera em média 160 a 180 voos diários e dispõe de uma frota moderna, composta por 30 Airbus, a que se juntarão mais quatro aeronaves até 2007.
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