Savoia-Marchetti S-55 de Balbo: qual foi o destino deles?
Enviado: Qua Ago 26, 2009 13:25
Caros amigos,
Entre os vários artigos que estou preparando para o blog "Cultura Aeronáutica", está um sobre os Savoia-Marchetti S-55. Cerca de 200 dessas aeronaves foram fabricadas a partir de 1926, e a única sobrevivente é o Jahú, de João Ribeiro de Barros, que agora está em boas mãos no Museu da TAM em São Carlos.
O avião foi utilizado por outros aviadores, além de Jão Ribeiro de Barros, como Francesco de Pinedo e Ítalo Balbo. O avião de Pinedo foi destruído nos Estados Unidos em 1927.
Todavia, os aviões utilizados por Ítalo Balbo, onze sobreviventes de uma frota de 14 aeronaves que partiram de Orbetello em 17 de dezembro de 1930 e que chegaram ao Brasil no dia 15 de janeiro de 1931, foram deixados no Brasil por Balbo, e foram trocados pelo Governo Vargas por café, um ótimo negócio para o governo que, nessa altura, estava colocando fogo nos estoques reguladores para aumentar o preço do produto no mercado internacional, então seriamente afetado pela Grande Depressão.
A questão é: o que o governo fez com esses 11 hidroaviões? Não consegui encontrar referências em nenhum outro local, nenhum usuário, nada. Alguém por aqui sabe o que aconteceu com esses aviões no Brasil, quem operou, quando pararam e por que? Por favor, quem souber alguma coisa, poste aqui.
Um abraço.
Entre os vários artigos que estou preparando para o blog "Cultura Aeronáutica", está um sobre os Savoia-Marchetti S-55. Cerca de 200 dessas aeronaves foram fabricadas a partir de 1926, e a única sobrevivente é o Jahú, de João Ribeiro de Barros, que agora está em boas mãos no Museu da TAM em São Carlos.
O avião foi utilizado por outros aviadores, além de Jão Ribeiro de Barros, como Francesco de Pinedo e Ítalo Balbo. O avião de Pinedo foi destruído nos Estados Unidos em 1927.
Todavia, os aviões utilizados por Ítalo Balbo, onze sobreviventes de uma frota de 14 aeronaves que partiram de Orbetello em 17 de dezembro de 1930 e que chegaram ao Brasil no dia 15 de janeiro de 1931, foram deixados no Brasil por Balbo, e foram trocados pelo Governo Vargas por café, um ótimo negócio para o governo que, nessa altura, estava colocando fogo nos estoques reguladores para aumentar o preço do produto no mercado internacional, então seriamente afetado pela Grande Depressão.
A questão é: o que o governo fez com esses 11 hidroaviões? Não consegui encontrar referências em nenhum outro local, nenhum usuário, nada. Alguém por aqui sabe o que aconteceu com esses aviões no Brasil, quem operou, quando pararam e por que? Por favor, quem souber alguma coisa, poste aqui.
Um abraço.