GOL condena subsídio às aéreas
Enviado: Sáb Jul 04, 2009 22:41
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Gol condena subsídios às regionais
O vice presidente da Gol Linhas Aéreas, Tarcísio Gargioni, afirmou nesta quinta-feira (03), em São Paulo, que a empresa condena a prática de subsídios para o setor privado, em especial para as companhias aéreas. O executivo fez referência sobre a discussão que vem sendo mantida com as Azul Linhas Aéreas e Trip, que estão pleiteando financiamento junto ao BNDES para aquisição de aeronaves da Embraer. Essa negociação tem o aval da Sudene e dos governadores do Nordeste, que estão incentivando o início de rotas regionais entre as capitais nordestinas. "Apoiamos o livre mercado, mas somos contra subsídios para empresas privadas. Dinheiro público deve ser utilizado para a Educação, Saúde e Segurança", afirmou Gargioni, durante encontro com jornalistas de turismo que estão participando do Salão do Turismo - Roteiros do Brasil, em São Paulo. O evento é promovido pelo Ministério do Turismo. Na opinião do executivo da Gol, esse não é o caminho para que as companhias aéreas de porte menor sobrevivam no mercado. Gargioni destacou que se firma no mercado aqueles que têm competência, citando, claro, o caso da Gol. Apesar da crise econômica, o vice presidente da Gol disse que estão chegando 15 novos Boeings e a empresa está devolvendo 11 aviões. "Teremos quatro aviões novos para atender os nossos passageiros. Até 2014, serão 63 aviões", afirmou o executivo. Apesar desse número de equipamentos, Gargioni disse que a Gol não tem projeto para investir no setor internacional. "Por enquanto iremos atuar na América do Sul", revelou, afirmando que nem mesmo a longo prazo a Gol pretende atuar no mercado internacional.
Gol condena subsídios às regionais
O vice presidente da Gol Linhas Aéreas, Tarcísio Gargioni, afirmou nesta quinta-feira (03), em São Paulo, que a empresa condena a prática de subsídios para o setor privado, em especial para as companhias aéreas. O executivo fez referência sobre a discussão que vem sendo mantida com as Azul Linhas Aéreas e Trip, que estão pleiteando financiamento junto ao BNDES para aquisição de aeronaves da Embraer. Essa negociação tem o aval da Sudene e dos governadores do Nordeste, que estão incentivando o início de rotas regionais entre as capitais nordestinas. "Apoiamos o livre mercado, mas somos contra subsídios para empresas privadas. Dinheiro público deve ser utilizado para a Educação, Saúde e Segurança", afirmou Gargioni, durante encontro com jornalistas de turismo que estão participando do Salão do Turismo - Roteiros do Brasil, em São Paulo. O evento é promovido pelo Ministério do Turismo. Na opinião do executivo da Gol, esse não é o caminho para que as companhias aéreas de porte menor sobrevivam no mercado. Gargioni destacou que se firma no mercado aqueles que têm competência, citando, claro, o caso da Gol. Apesar da crise econômica, o vice presidente da Gol disse que estão chegando 15 novos Boeings e a empresa está devolvendo 11 aviões. "Teremos quatro aviões novos para atender os nossos passageiros. Até 2014, serão 63 aviões", afirmou o executivo. Apesar desse número de equipamentos, Gargioni disse que a Gol não tem projeto para investir no setor internacional. "Por enquanto iremos atuar na América do Sul", revelou, afirmando que nem mesmo a longo prazo a Gol pretende atuar no mercado internacional.