767 da VRG em mais um dia de Glória
Enviado: Qui Mar 10, 2005 13:58
Anteontem os 767s só nos deram dor de cabeça!!!
Nós tínhamos passando por GRU, 3 767s. O VTC, que é um dos 767 Varig/Euro Atlantic com aquela configuração de 16 na exec e 232 na econômica devidamente amassados efetuando o vôo 8937 trânsito, chegando de Lima e continuando até GIG com o mesmo número de vôo. Isso é muito bom por que não há necessidade de desembarcar o povo que comprou LIM-GIG. O outro era o VOI que vinha de Curitiba e IGU no 2167 assumindo o 8630 para EZE. E o terceiro era o VPV chegando de LIS como 8707 e voltando pra LIS como 8706. Sendo que o VPV e o VOI tem configurações de 36 na exec e 184 na economica com algumas discrepancias.
A noite começou primeiro com algumas atitudes sempre inexplicáveis da nossa coordenação. Trocaram os 3 767s. O 8937 deixou de ser transito, chegando no VTC e saindo no VPV. Imaginem o transtorno, desembarcar os transitos que não eram poucos, e embarca-los em outra aeronave ainda por cima com assentos livre, por que a configuração era totalmente diferente. O VTC então assumia o 8630, obviamente com muitos problemas de assento pela troca de configuração, e o VOI chegando de Curitiba passaria a fazer o 8706 para LIS. Essas trocas não me perguntem por que. Bom, devo lembrar que o VOI tem 6 portas, e o VPV tem 4, e com isso, ambos tem alguns assentos diferentes, apesar da configuração semelhante.
Aí começam as panes, o VOI engoliu um passarinho em Curitiba e perdeu o motor. Está lá até agora esperando um novo para troca. (ai meu salário). Tiveram que criar um vôo extra saindo de 737 por que o vôo estava lotado, que acabou saindo 2 horas mais tarde. Com isso, troca de novo, o 8706 então, volta a ser o VPV e o 8937 trecho GRU-GIG passa a ser indefinido, por que o VOI não iria decolar mesmo.
Pra completar a noite, após um embarque infernal do LIS por que existiam vários assentos diferentes, o VPV após push back, não acionava o motor 2. Retornou para o box para acionamento manual. O Start Valve não abria e isso pode ser feito manualmente pela manutenção. Eles abrem o Start Valve, é iniciada a rotação, e depois que o motor estabiliza eles fecham, abraço e boa viagem... é, se não fosse um pequeno vazamento de combustível do mesmo motor. Pronto, apaga os motores, e a manutenção abre o motor 2 para pesquisa. Depois de 40 minutos, foi detectado o vazamento, umas 3 horas para troca da peça. Obviamente naquele momento a tripulação estava regulamentando e o vôo pernoitou...
Ontem continuaram os reflexos. O VTC chegando de EZE como 8631 saiu da malha, provavelmente voltou pro Nordeste para fazer os fretamentos da Euro Atlantic. Com isso o 8936 com 8937, GRU-LIM-GRU foi feito de 757, e o 2166 com 2167 foi feito de 737-800. Mas pelo menos saiu tudo... É isso aí, essa é um pouquinho da nossa rotina lá em GRU que o Marcato e o Ygorrrrr conhecem bem!!
Abraços
Nós tínhamos passando por GRU, 3 767s. O VTC, que é um dos 767 Varig/Euro Atlantic com aquela configuração de 16 na exec e 232 na econômica devidamente amassados efetuando o vôo 8937 trânsito, chegando de Lima e continuando até GIG com o mesmo número de vôo. Isso é muito bom por que não há necessidade de desembarcar o povo que comprou LIM-GIG. O outro era o VOI que vinha de Curitiba e IGU no 2167 assumindo o 8630 para EZE. E o terceiro era o VPV chegando de LIS como 8707 e voltando pra LIS como 8706. Sendo que o VPV e o VOI tem configurações de 36 na exec e 184 na economica com algumas discrepancias.
A noite começou primeiro com algumas atitudes sempre inexplicáveis da nossa coordenação. Trocaram os 3 767s. O 8937 deixou de ser transito, chegando no VTC e saindo no VPV. Imaginem o transtorno, desembarcar os transitos que não eram poucos, e embarca-los em outra aeronave ainda por cima com assentos livre, por que a configuração era totalmente diferente. O VTC então assumia o 8630, obviamente com muitos problemas de assento pela troca de configuração, e o VOI chegando de Curitiba passaria a fazer o 8706 para LIS. Essas trocas não me perguntem por que. Bom, devo lembrar que o VOI tem 6 portas, e o VPV tem 4, e com isso, ambos tem alguns assentos diferentes, apesar da configuração semelhante.
Aí começam as panes, o VOI engoliu um passarinho em Curitiba e perdeu o motor. Está lá até agora esperando um novo para troca. (ai meu salário). Tiveram que criar um vôo extra saindo de 737 por que o vôo estava lotado, que acabou saindo 2 horas mais tarde. Com isso, troca de novo, o 8706 então, volta a ser o VPV e o 8937 trecho GRU-GIG passa a ser indefinido, por que o VOI não iria decolar mesmo.
Pra completar a noite, após um embarque infernal do LIS por que existiam vários assentos diferentes, o VPV após push back, não acionava o motor 2. Retornou para o box para acionamento manual. O Start Valve não abria e isso pode ser feito manualmente pela manutenção. Eles abrem o Start Valve, é iniciada a rotação, e depois que o motor estabiliza eles fecham, abraço e boa viagem... é, se não fosse um pequeno vazamento de combustível do mesmo motor. Pronto, apaga os motores, e a manutenção abre o motor 2 para pesquisa. Depois de 40 minutos, foi detectado o vazamento, umas 3 horas para troca da peça. Obviamente naquele momento a tripulação estava regulamentando e o vôo pernoitou...
Ontem continuaram os reflexos. O VTC chegando de EZE como 8631 saiu da malha, provavelmente voltou pro Nordeste para fazer os fretamentos da Euro Atlantic. Com isso o 8936 com 8937, GRU-LIM-GRU foi feito de 757, e o 2166 com 2167 foi feito de 737-800. Mas pelo menos saiu tudo... É isso aí, essa é um pouquinho da nossa rotina lá em GRU que o Marcato e o Ygorrrrr conhecem bem!!
Abraços