Aeroporto de Juiz de Fora começa a operar antes do prazo
Enviado: Qua Fev 23, 2005 08:33
(Ricardo Beghini/Estado de Minas)
Os quatros vôos diários entre Juiz de Fora e São Paulo podem ser transferidos nos próximos dias para o Aeroporto Regional da Zona da Mata (ARZM), localizado na divisa dos municípios de Goianá e Rio Novo, antecipando o início de suas operações.
Nesta quarta-feira, o prefeito Alberto Bejani vai notificar a Empresa Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária (Infraero), solicitando a interdição da pista do Aeroporto Francisco de Assis (JFA) para aviões equipados com turbinas. O risco de colisão de aeronaves com urubus é o motivo alegado à Infraero. Na semana passada, o próprio Ministério da Defesa alertou o município sobre a presença das aves no aterro de lixo que fica a apenas 4 quilômetros da pista.
Segundo o prefeito, o Aeroporto Francisco de Assis, conhecido como "Serrinha", ficará restrito a aviões executivos de pequeno porte e ao Aeroclube. “Não posso colocar em risco a vida de pessoas", afirmou. Segundo o gerente de aeroportos da Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas (Setop), Júlio César Diniz Oliveira, o ARZM tem condições de operar com vôos diurnos em 15 dias.
O prazo é necessário para concluir pequenas obras, como a melhoria no terminal de passageiros, serviços de capina e roçado, instalação de uma biruta, além de uma eventual vistoria do Ministério da Aeronáutica. "Iríamos operar com vôos cautelosos, porque estaremos realizando as demais obras", disse.
Retomada
O Aeroporto Regional da Zona da Mata vem sendo construído desde 2001, ainda no governo Itamar Franco. A finalidade principal é servir para transporte de cargas e para a indústria aeronáutica. Ontem, Júlio Diniz anunciou a retomada da obras, que estavam paradas há mais de um ano. O Estado e a União liberaram R$3,4 milhões para conclusão da segunda etapa das obras que possibilitarão vôos noturnos a partir de julho. A terceira e última fase ainda depende de recursos para instalação equipamentos que permitam vôos por instrumento.
Raio X
• Localização: municípios de Goianá e Rio Novo, distante 30 quilômetros de Juiz de Fora pela MG-353.
• Classe: categoria I (ILS/CAT-I) aviação regular de grande porte, nacional e internacional para cargas e aeroporto industrial.
• Pista de pouso e decolagem: 2515m x 45m.
• Terminal de passageiros: com 5.984 m² de área, incluindo torre de controle e administração.
• Categoria de aeronaves: MD-11 e DC-10 (aeronaves das categorias A e D de grande porte e cargueiros internacionais)
• Custo da obra: R$ 89.015.751,21
Os quatros vôos diários entre Juiz de Fora e São Paulo podem ser transferidos nos próximos dias para o Aeroporto Regional da Zona da Mata (ARZM), localizado na divisa dos municípios de Goianá e Rio Novo, antecipando o início de suas operações.
Nesta quarta-feira, o prefeito Alberto Bejani vai notificar a Empresa Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária (Infraero), solicitando a interdição da pista do Aeroporto Francisco de Assis (JFA) para aviões equipados com turbinas. O risco de colisão de aeronaves com urubus é o motivo alegado à Infraero. Na semana passada, o próprio Ministério da Defesa alertou o município sobre a presença das aves no aterro de lixo que fica a apenas 4 quilômetros da pista.
Segundo o prefeito, o Aeroporto Francisco de Assis, conhecido como "Serrinha", ficará restrito a aviões executivos de pequeno porte e ao Aeroclube. “Não posso colocar em risco a vida de pessoas", afirmou. Segundo o gerente de aeroportos da Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas (Setop), Júlio César Diniz Oliveira, o ARZM tem condições de operar com vôos diurnos em 15 dias.
O prazo é necessário para concluir pequenas obras, como a melhoria no terminal de passageiros, serviços de capina e roçado, instalação de uma biruta, além de uma eventual vistoria do Ministério da Aeronáutica. "Iríamos operar com vôos cautelosos, porque estaremos realizando as demais obras", disse.
Retomada
O Aeroporto Regional da Zona da Mata vem sendo construído desde 2001, ainda no governo Itamar Franco. A finalidade principal é servir para transporte de cargas e para a indústria aeronáutica. Ontem, Júlio Diniz anunciou a retomada da obras, que estavam paradas há mais de um ano. O Estado e a União liberaram R$3,4 milhões para conclusão da segunda etapa das obras que possibilitarão vôos noturnos a partir de julho. A terceira e última fase ainda depende de recursos para instalação equipamentos que permitam vôos por instrumento.
Raio X
• Localização: municípios de Goianá e Rio Novo, distante 30 quilômetros de Juiz de Fora pela MG-353.
• Classe: categoria I (ILS/CAT-I) aviação regular de grande porte, nacional e internacional para cargas e aeroporto industrial.
• Pista de pouso e decolagem: 2515m x 45m.
• Terminal de passageiros: com 5.984 m² de área, incluindo torre de controle e administração.
• Categoria de aeronaves: MD-11 e DC-10 (aeronaves das categorias A e D de grande porte e cargueiros internacionais)
• Custo da obra: R$ 89.015.751,21