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Super Tucano nos EUA, finalmente!
Enviado: Seg Ago 27, 2007 18:16
por jambock
Meus prezados:
Em verdade, é apenas um Super Tucano e não para o govêrno americano, mas para a Private Military Company Blackwater.
Blackwater seeks Super Tucano acquisition for trainer role
By Stephen Trimble
Security and training company Blackwater USA confirmed that it has applied for a license to acquire one Embraer Super Tucano light attack trainer.
The acquisition is on hold pending licensing approval by the US government, a Blackwater spokeswoman said.
The aircraft would launch a new pilot training programme for Blackwater, which provides a broad range of training and operational services for military and law enforcement clients.
The Super Tucano programme would be limited to providing for US personnel only, the spokeswoman adds, and the aircraft would not be allowed to leave the country.
The pending license also mandates that all weapons, including the 12.7mm, wing-mounted guns and provisions for smart bomb stores, are not used as part of the training mission.
The pending deal for the two-seat Super Tucano would launch Blackwater's first training programme dedicated towards a light attack jet. Brazil and Columbia both employ the Super Tucano to battle drug smugglers and insurgents.
The US Air Force, meanwhile, is soliciting for bids to acquire a new fleet of counter-insurgency aircraft on behalf of the Iraqi Air Force.
fonte:
http://www.flightglobal.com/articles/20 ... -role.html
É! A Blackwater conseguiu vêr o que o govêrno americano não viu, ou não quiz vêr, ao adquirir os Harvard Texan II (Pilatus PC-7 disfarçado)
Um abraço e até mais...
Enviado: Sáb Mar 29, 2008 16:42
por jambock
Meus prezados:
Ao que tudo indica, a empresa de segurança privada norte-americana Blackwater tornou-se a primeira operadora privada, em todo o mundo, do turboélice de ataque brasileiro Embraer EMB-314 Super Tucano. Segundo nossa reportagem apurou, o exemplar de C/n 31400082 foi adquirido pela empresa norte-americana EP Aviation LLP, e já foi recebido, tendo a matrícula civil N314TG, emitida pela FAA (autoridade aeronáutica norte-americana), segundo a qual trata-se de um exemplar da versão EMB-314B1 (monomotor, biplace, segundo a documentação emitida nos EUA), com Código de Modelo S Nº 50653535. A certificação da FAA para o aparelho foi emitida em 21 de fevereiro deste ano.
A EP Aviation tem sede em Maclean, na Virgínia, e seria uma “subsidiária” da Blackwater. Neste contexto, sabe-se extra-oficialmente que o Super Tucano estaria baseado no aeródromo de Elizabeth City – que fica cerca de 32km, apenas, da “base aérea oficial” da própria Blackwater.
Desde agosto do ano passado, o meio aeronáutico mundial já sabia que a Blackwater estava buscando adquirir um turboélice militar Embraer EMB-314 Super Tucano, que seria utilizado para fins de treinamento de pilotos para combate anti-insurgência e anti-guerrilha, com a informação tendo sido dada pelo próprio presidente da empresa, Gary Jackson. Segundo fontes estrangeiras não-oficiais, entre as características que favoreceriam a escolha do avião brasileiro estava a sua baixa velocidade (se comparado a um jato), que o tornaria “um excelente avião de ataque ao solo”.
Conhecida por ter contratos milionários com o governo norte-americano, servindo hoje como força militar privada à serviço deste, com um contingente enorme em países estrangeiros aonde existe intervenção dos EUA, como o Iraque, a Blackwater já possui uma força de helicópteros de combate, armados, mas aparentemente vinha sentindo necessidade de vetores aéreos tripulados de combate mais velozes e ágeis (sobretudo para suas operações no estrangeiro). Este Super Tucano, do qual se tem agora a confirmação de ter sido adquirido, seria o primeiro passo, pois servirá para o treinamento de pilotos. Segundo se sabe, este aparelho não deverá sair dos EUA, nem ser utilizado em combate real.
fonte: Notícias - revista ASAS
Um abraço e até mais...
Enviado: Sáb Mar 29, 2008 18:07
por Black Typhoon
O avião em objeto é este aqui em baixo
Obs.: Foto tirada em São José dos Campos (SP) no dia 22/02/2008
Enviado: Dom Jun 01, 2008 11:32
por Black Typhoon
Empresa de mercenários compra Super Tucano
O avião que não deveria existir tem matrícula, 31400082, e endereço - 1.650 Tyson Boulevard -, na cidade de McLean, no Estado americano de Virgínia. O avião que não deveria existir é um Emb-314B1 Super Tucano, vendido em dezembro de 2006 para a Blackwater Worldwide - a maior empresa do mundo de serviços de defesa independentes, ou seja, de soldados mercenários. A aeronave, pintada de cinza e preto, foi entregue sob sigilo pela Embraer há pouco mais de três meses. Era 25 de fevereiro e chovia forte no aeroporto de São José dos Campos. Com registro N314TG da Federal Aviation Agency (FAA), o avião que não deveria existir voou direto para Elizabeth City, em Virgínia, uma espécie de base aérea corporativa. O valor do contrato é de aproximadamente US$ 4,5 milhões. Durante oito meses, a existência do único Super Tucano particular foi sistematicamente negada.
A companhia compradora é a EP Aviation, uma subsidiária da Blackwater. A transação teve de ser autorizada pela Presidência da República e negociada diretamente com o governo dos Estados Unidos. A legislação do Brasil proíbe o fornecimento de equipamentos militares para companhias e para uso em conflitos já existentes no momento da transação. O princípio é adotado desde os anos 80. Uma das destinações prováveis do turboélice Emb-314 é o preparo de pilotos em missões de ataque contra posições de insurgentes no Iraque.
Essa venda do Super Tucano é assunto sensível para todos os envolvidos. Nos Ministérios da Defesa e das Relações Exteriores, setores pelos quais o processo circulou, trata-se de tema a ser discutido ao abrigo da proteção das fontes. No Itamaraty, um veterano diplomata ouvido pelo Estado, pondera que a administração do presidente Lula está admitindo, na carteira de clientes do País, uma empresa sob investigação do Congresso dos EUA. Além disso, salienta o embaixador, a Blackwater é malvista entre nações do Oriente Médio que interessam à política externa brasileira. Na área da Defesa, mais cuidados: todas as etapas da operação são consideradas sigilosas e reservadas.
Na sede da Blackwater, o presidente Gary Jackson limitou-se a confirmar, por meio de um porta-voz, a compra da aeronave e a anunciar que ela será empregada em um novo programa de treinamento. O analista Cláudio Lucchesi, diretor da revista especializada Asas, acredita no benefício de mercado "a partir da escolha, por um cliente não sujeito a lobbies ou pressão política, que fez sua seleção com base na qualidade do produto". A Embraer apenas reconhece ter feito a exportação.
A versão do Super Tucano vendida para a EP Aviation/Blackwater é a mesma utilizada pela aviação brasileira. O sistema de armas foi inibido. As duas metralhadoras .50, internas, montadas nas asas, foram removidas. O conjunto eletrônico não sofreu alterações - o que permite realizar ataques simulados de alta precisão.
A Blackwater Worldwide foi fundada em 1997 por Erik Prince e Al Clark. Prince tem sólida formação empresarial e treinamento militar de ponta: foi integrante da Força Seal, considerado o mais avançado time americano de operações especiais. Aos 39 anos, Erik é um republicano convicto. Católico recém-convertido, pai de 6 filhos, divorciado e novamente casado, ele responde por 987 contratos oficiais no valor de US$ 1,2 bilhão.
Em 16 de setembro de 2007, um grupo de agentes da companhia atirou e matou 17 civis iraquianos em Nasur. Segundo a investigação conduzida posteriormente pelo FBI, 14 vítimas "foram atingidas sem motivo". Ainda assim, não houve acusações formais.
Erik Prince não gosta que "os rapazes da firma" sejam chamados de mercenários. "Mercenários são combatentes profissionais que trabalham para quem oferece o melhor salário; nós somos americanos garantindo a segurança de americanos em zonas de risco", declarou em entrevista coletiva. Na ocasião apresentou números: em 18 mil missões realizadas não perdeu nenhum cliente.
Um deles é o presidente do Afeganistão, Hamid Karzai, alvo de cinco atentados conhecidos. A contabilidade das ações registra cerca de 200 tiroteios só em território iraquiano. Em 173 casos o fogo foi iniciado pelos homens da Blackwater.
Fonte: Roberto Godoy (O Estado de São Paulo)
Enviado: Seg Jun 02, 2008 14:06
por Sentaapua
Encontrei um texto interessante sobre a Blackwater:
http://resistir.info/eua/jeremy_scahill_p.html
Só não entendo pra que serve um Super Tucano treinador desarmado...
Enviado: Seg Jun 02, 2008 16:05
por Expat
Só não entendo por que usar como se fosse verdade o texto de um site altamente suspeito, financiado pelo George Soros e submisso aos cânones da "revolução cultural" preconizada por Georg Lukács, Antonio Gramsci e pelo "Grupo de Frankfurt"...
Enviado: Seg Jun 02, 2008 18:24
por Sentaapua
Perdoa-me Expat, mas não entendi a maioria das coisas que você escreveu.

Fiz algo de errado??