A morte é nossa!
Enviado: Seg Jul 23, 2007 16:09
23/07/2007 - 11h18
Para presidente da Infraero, decisão da TAM é "jogada de marketing"
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CLAYTON FREITAS
da Folha Online
O presidente da Infraero (estatal que administra os aeroportos no país), brigadeiro José Carlos Pereira, considerou "jogada de marketing" a decisão da TAM em transferir pousos de Congonhas (zona sul de São Paulo) para Guarulhos (Grande São Paulo) nesta segunda-feira.
Pereira afirmou ter pousado e decolado "centenas de vezes" da pista auxiliar de Congonhas quando atuava como piloto. "E voava com máquinas muito inferiores a essas de hoje", disse.
Ele disse, entretanto, que em dias com chuva e ventos fortes o piloto precisa tomar cuidado "redobrado". "Situações como neve, chuva e ventos fortes são comuns para quem está no manche. É para isso que os pilotos são treinados. É óbvio que situações como essas requerem cuidados especiais", disse.
Pereira não quis detalhar o que considera "jogada de marketing" da empresa aérea, no entanto, reafirmou o que havia dito na semana passada, quando alegou que "a pista não teve nada a ver o acidente" e que a investigação iria confirmar isso.
"Volto a afirmar: o resultado das investigações vão comprovar que não há relação direta com a pista. O resultado das caixas pretas vai confirmar o que digo."
A respeito de uma eventual intervenção internacional, o brigadeiro se mostrou irritado. "O acidente ocorreu no Brasil, a crise é nossa e os mortos são nossos. Não precisamos de ajuda nenhuma", afirmou.
Para presidente da Infraero, decisão da TAM é "jogada de marketing"
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CLAYTON FREITAS
da Folha Online
O presidente da Infraero (estatal que administra os aeroportos no país), brigadeiro José Carlos Pereira, considerou "jogada de marketing" a decisão da TAM em transferir pousos de Congonhas (zona sul de São Paulo) para Guarulhos (Grande São Paulo) nesta segunda-feira.
Pereira afirmou ter pousado e decolado "centenas de vezes" da pista auxiliar de Congonhas quando atuava como piloto. "E voava com máquinas muito inferiores a essas de hoje", disse.
Ele disse, entretanto, que em dias com chuva e ventos fortes o piloto precisa tomar cuidado "redobrado". "Situações como neve, chuva e ventos fortes são comuns para quem está no manche. É para isso que os pilotos são treinados. É óbvio que situações como essas requerem cuidados especiais", disse.
Pereira não quis detalhar o que considera "jogada de marketing" da empresa aérea, no entanto, reafirmou o que havia dito na semana passada, quando alegou que "a pista não teve nada a ver o acidente" e que a investigação iria confirmar isso.
"Volto a afirmar: o resultado das investigações vão comprovar que não há relação direta com a pista. O resultado das caixas pretas vai confirmar o que digo."
A respeito de uma eventual intervenção internacional, o brigadeiro se mostrou irritado. "O acidente ocorreu no Brasil, a crise é nossa e os mortos são nossos. Não precisamos de ajuda nenhuma", afirmou.