Hobby levado a sério - John Travolta
Enviado: Sáb Nov 25, 2006 09:26
John Travolta, 52 anos, duas indicações ao Oscar e uma carreira de quase três décadas no cinema, já foi expulso do bairro em que morava, em Daytona Beach, Flórida. O motivo: chegava em casa pousando seu 707-138B de 56 toneladas e enormes decibéis de ruído, o que provocava, além de uma movimentação de ar inconveniente para a vizinhança, uma quebra na discrição da comunidade. Mas, desde 2002, Travolta e sua família, a mulher e atriz Kelly Preston, 44, o filho Jett, 14, e a filha Ella, 6, não precisam mais enfrentar o problema: moram numa mansão em formato de asa e com oito quartos, no valor de 2,5 milhões de dólares, na comunidade de Jumbolair, na Flórida Central, que tem no quintal uma pista de 2,3 mil metros - 300 metros a mais que a de Congonhas, em São Paulo. Agora, ele pode tranqüilamente estacionar seu Boeing 707 na garagem, bem como seu barulhento jato Gulfstream II. Parece uma daquelas histórias extravagantes de atores hollywoodianos, e é.
Fanático
Travolta tem uma paixão desmedida por aeronaves desde a infância e tinha aulas de pilotagem muito antes de se tornar um ator famoso. "Todo centavo dos meus primeiros salários foram para lições de aviação", diz ele. A fama chegou - junto com muito dinheiro, necessário para a manutenção da brincadeira - e ele levou seu hobby a um patamar surpreendente. Travolta tem uma memória enciclopédica do assunto e é considerado um aficionado exagerado até mesmo para os entendidos em aviação. Aliás, é o único piloto particular nos Estados Unidos a ter licença para pilotar um 707. O brevê do ator data de 1974 - três anos antes de estourar como Tony Manero em Os Embalos de Sábado à Noite.
Travolta já acumulou mais de 5 mil horas de vôo e está qualificado para pilotar sete tipos de jatos, além de seu 707 - na verdade, já completou o treinamento na Boeing e no quartel-general da empresa aérea australiana Qantas para levantar vôo com um 747-400, um avião maior que o seu.
O brinquedo
Seu brinquedo preferido é o tal 707, que comprou em maio de 1998 da Qantas, empresa com a qual tem uma relação de afinidade de muitos anos e que o outorgou "embaixador" - na verdade, na década de 60, Travolta chegou a trabalhar para a companhia aérea, embora ainda não fosse piloto. Depois dos ataques terroristas em 2001, ele e a Qantas empreenderam uma viagem por 13 cidades ao redor do mundo, para estimular a confiança no transporte. Recebeu um salário simbólico, mas disse que faria o percurso todo até mesmo se tivesse de pagar. O avião de Travolta, batizado de Jett Clipper Ella, em homenagem a seus filhos, já teve outro proprietário ilustre: Frank Sinatra (1915-1998), que o comprou em 1972 e se desfez dele em 1975.
Vôo humanitário
O 707 do ator foi repintado com as cores e os logotipos da Qantas da década de 60, como uma nostalgia, e os tripulantes do avião, assim como Travolta, só usam uniformes da época. Originalmente, a aeronave transportava 120 pessoas, mas foi reformada por dentro e agora acomoda 21 passageiros em completo luxo. Existem três cabines no 707, sendo que a principal tem dois grandes sofás, quatro poltronas de primeira classe e mais uma mesa de jantar para quatro pessoas. Tudo com requinte. O quarto tem uma cama de casal king size e a cozinha é um primor. Quando faz viagens transatlânticas, Travolta leva com ele dois capitães, três comissários de bordo e um engenheiro - mas é o ator quem pilota. "A sensação de voar é emocionante e existe uma beleza na coisa toda", afirma o piloto, que não só brinca com o 707, mas também faz vôos humanitários, como quando levou mantimentos para as vítimas do furacão Katrina, em Nova Orleans, em setembro de 2005.
O dia que eu tiver a mesma quantidade de dinheiro... quero um brinquedinho desses tambem...

Fanático
Travolta tem uma paixão desmedida por aeronaves desde a infância e tinha aulas de pilotagem muito antes de se tornar um ator famoso. "Todo centavo dos meus primeiros salários foram para lições de aviação", diz ele. A fama chegou - junto com muito dinheiro, necessário para a manutenção da brincadeira - e ele levou seu hobby a um patamar surpreendente. Travolta tem uma memória enciclopédica do assunto e é considerado um aficionado exagerado até mesmo para os entendidos em aviação. Aliás, é o único piloto particular nos Estados Unidos a ter licença para pilotar um 707. O brevê do ator data de 1974 - três anos antes de estourar como Tony Manero em Os Embalos de Sábado à Noite.
Travolta já acumulou mais de 5 mil horas de vôo e está qualificado para pilotar sete tipos de jatos, além de seu 707 - na verdade, já completou o treinamento na Boeing e no quartel-general da empresa aérea australiana Qantas para levantar vôo com um 747-400, um avião maior que o seu.
O brinquedo
Seu brinquedo preferido é o tal 707, que comprou em maio de 1998 da Qantas, empresa com a qual tem uma relação de afinidade de muitos anos e que o outorgou "embaixador" - na verdade, na década de 60, Travolta chegou a trabalhar para a companhia aérea, embora ainda não fosse piloto. Depois dos ataques terroristas em 2001, ele e a Qantas empreenderam uma viagem por 13 cidades ao redor do mundo, para estimular a confiança no transporte. Recebeu um salário simbólico, mas disse que faria o percurso todo até mesmo se tivesse de pagar. O avião de Travolta, batizado de Jett Clipper Ella, em homenagem a seus filhos, já teve outro proprietário ilustre: Frank Sinatra (1915-1998), que o comprou em 1972 e se desfez dele em 1975.
Vôo humanitário
O 707 do ator foi repintado com as cores e os logotipos da Qantas da década de 60, como uma nostalgia, e os tripulantes do avião, assim como Travolta, só usam uniformes da época. Originalmente, a aeronave transportava 120 pessoas, mas foi reformada por dentro e agora acomoda 21 passageiros em completo luxo. Existem três cabines no 707, sendo que a principal tem dois grandes sofás, quatro poltronas de primeira classe e mais uma mesa de jantar para quatro pessoas. Tudo com requinte. O quarto tem uma cama de casal king size e a cozinha é um primor. Quando faz viagens transatlânticas, Travolta leva com ele dois capitães, três comissários de bordo e um engenheiro - mas é o ator quem pilota. "A sensação de voar é emocionante e existe uma beleza na coisa toda", afirma o piloto, que não só brinca com o 707, mas também faz vôos humanitários, como quando levou mantimentos para as vítimas do furacão Katrina, em Nova Orleans, em setembro de 2005.
O dia que eu tiver a mesma quantidade de dinheiro... quero um brinquedinho desses tambem...
