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Enviado: Qua Mai 04, 2005 11:43
por Velásquez
B767 escreveu:Queria acrescentar,
Se a GENSA tivesse conseguido implantar o EMB120 e colocá-lo(s) nas rotas que pretendia(dando o retorno esperado), acho que o rumo poderia ter sido diferente.

Essa é uma dúvida que jamais será solucionada :cry:

Abraços
Velásquez

Enviado: Qua Mai 04, 2005 11:53
por B767
Uma pergunta,
O(s) Dono(s) da Gensa encerrou de vez as atividades sistemáticas, ou ainda quer dar 45-60 dias para reorganizar as operaçoes?

Enviado: Qua Mai 04, 2005 12:04
por Velásquez
B767 escreveu:Uma pergunta,
O(s) Dono(s) da Gensa encerrou de vez as atividades sistemáticas, ou ainda quer dar 45-60 dias para reorganizar as operaçoes?
A suspensão é em caráter temporário. Como foi falado em um post, CASO alguma linha atinga 60% de ocupação em cada etapa (coisa impossível pois já vinha sendo feito), o vôo é liberado.
Como falei, essa é uma tentativa da empresa em conquistar clientes para fretamento de suas aeronaves (atividade em que a Gensa vai se concentrar agora).

Abraços
Velásquez

Enviado: Qua Mai 04, 2005 13:25
por Black Typhoon
Prezados,

acho que mal interpretaram a minha resposta, pois não quis comparar a Ryanair e a sua política de marketing e emprasarial de sucesso com aquela falimentar adotada pela Gensa, ou por outras companhias aérea brasileiras que quebraram recentemente (mais pela incompetência dos respectivos donos que pela crise mundial), mas sim com as políticas empresariais e de marketing indecentes adotadas pela maioria das companhias aéreas brasileiras, regionais e de porte nacional.

Me desculpem, mas as companhias aéreas de sucesso de outros países também pagam os combustíveis e altos impostos cobrados pelas autoridades aeronáuticas de cada país atendido, e daí? Isso não é exclusiva das companhias aéreas brasileiras.
Mesmo assím encomendam centenas de aviões comerciais de última geração e não "Bandecos" de segunda, ou terceira mão...

Os valores que as companhias aéreas européias e americanas que podem ser realmente definidas low-cost (e a Gol está longe de ser) pagam em combustíveis e taxas são abatidos com excelentes estratégias de marketing e com originalidade empresarial, coisas que neste país faltam em todos os setores de transporte.

Com esta mentalidade de quarto mundo a aviação brasileira nunca mais irá se recuperar e teremos mais desempregados.

Mas esperar o que de um país que privilegia a palavra monopólio e o transporte terrestre e que têm militares chefiando instituições aeronáuticas que controlam a aviação civil? Este é mais um problema grave da aviação brasileira! Nada adiantará criar a ANAC deixando os militares no comando desta instituição (inútil como o é atualmente o DAC).

Eu continuo da opinião que as companhias aéreas 100% privadas devem se sustentar sozinhas (naturalmente com pessoas competentes e honestas) e sem subsídios dos governos, que têm prioridades mais graves.

Desculpem o desabafo

Black Typhoon

Enviado: Qua Mai 04, 2005 13:37
por Velásquez
Black Typhoon escreveu:Prezados,

acho que mal interpretaram a minha resposta, pois não quis comparar a Ryanair e a sua política de marketing e emprasarial de sucesso com aquela falimentar adotada pela Gensa, ou por outras companhias aérea brasileiras que quebraram recentemente (mais pela incompetência dos respectivos donos que pela crise mundial), mas sim com as políticas empresariais e de marketing indecentes adotadas pela maioria das companhias aéreas brasileiras, regionais e de porte nacional.

Me desculpem, mas as companhias aéreas de sucesso de outros países também pagam os combustíveis e altos impostos cobrados pelas autoridades aeronáuticas de cada país atendido, e daí? Isso não é exclusiva das companhias aéreas brasileiras.
Mesmo assím encomendam centenas de aviões comerciais de última geração e não "Bandecos" de segunda, ou terceira mão...

Os valores que as companhias aéreas européias e americanas que podem ser realmente definidas low-cost (e a Gol está longe de ser) pagam em combustíveis e taxas são abatidos com excelentes estratégias de marketing e com originalidade empresarial, coisas que neste país faltam em todos os setores de transporte.

Com esta mentalidade de quarto mundo a aviação brasileira nunca mais irá se recuperar e teremos mais desempregados.

Mas esperar o que de um país que privilegia a palavra monopólio e o transporte terrestre e que têm militares chefiando instituições aeronáuticas que controlam a aviação civil? Este é mais um problema grave da aviação brasileira! Nada adiantará criar a ANAC deixando os militares no comando desta instituição (inútil como o é atualmente o DAC).

Eu continuo da opinião que as companhias aéreas 100% privadas devem se sustentar sozinhas (naturalmente com pessoas competentes e honestas) e sem subsídios dos governos, que têm prioridades mais graves.

Desculpem o desabafo

Black Typhoon
Me desculpa por estar insistindo com essa discussão, mas não posso deixar de me manifestar face as suas declarações.
Não quero que me chame ou pense que sou arrogante, mas antes de sair falando que essa ou aquela empresa tem uma política empresarial e de marketing arcaica e falida, antes de falar que os empresários são todos incopetentes, deve-se conhecer primeiro cada empresa.
Algumas, infelizmente, possuem sim empresários incopetentes e setor comercial falido (não citarei o nome das empresas por questões éticas), mas daí querer generalizar para todo um setor é inadimissível.
Respeito a sua opnião com relação a subsídios do governo, mas reintero o que disse: o dinheiro não sai do contribuinte em geral e sim do usuário do transporte aéreo.
Continuo afirmando que não dá para querer comparar companhias estrangeiras, especialmente as low fare, com as empresas brasileiras por vários fatores, o amigo B767 enumerou alguns, porém, como disse, respeito a sua opinião.
Já sobre os "bandecos"de segunda mão, como você disse, é a aeronave compatível com a demanda do interior do país e com a infraestrutura local, pois querer colocar um 737-800 em Sinop é querer dar um tiro no pé :lol:

Abraços
Velásquez

Enviado: Qua Mai 04, 2005 14:36
por vinicius
SEGUNDO INFORMAÇÕES DAS EMPRESAS AÉREAS REGIONAIS O QUE EMPERRA O CRESCIMENTO DAS EMPRESAS É A FALTA DE DEFINIÇÃO DE UMA POLÍTICA CLARA SOBRE AVIAÇÃO E OS AUMENTOS CONSECUTIVOS NO QUEROSENE. É FÁCIL CULPAR O DAC POR TODOS ESSES PROBLEMAS, MAS É IMPORTANTE SABER QUE O DAC É UM ORGÃO ADMINISTRATIVO SOB COMANDO DO MINISTÉRIO DA DEFESA. ENTÃO ESSAS DECISÕES DE POLÍTICA É DE GOVERNO. ESTÁ EM TRAMITE NO CONGRESSO O PREMIA, QUE VIRÁ SUBSTITUIR O PROGRAMA DE SUPLEMENTAÇÃO TARIFÁRIA. INFELIZMENTE O DAC NÃO TEM LOBBY TÃO FORTE QUANTO O DA GOL PARA PRESSIONAREM OS PARLAMENTARES A APRECIAR TAL QUESTÃO. E COM RELAÇÃO AO COMBUSTÍVEL, A ANP (AGÊNCIA INDEPENDENTE QUE TRATA DO PETROLEO) QUE DEVERIA TRATAR DO ASSUNTO. JÁ FALANDO SOBRE AS AGÊNCIAS, PARA O SEGUNDO SEMESTRE É ESPERADO A ANAC. MAS ISSO É TEMA PARA OUTRO TÓPICO....

Enviado: Qua Mai 04, 2005 16:08
por Black Typhoon
Velásquez escreveu:
Não quero que me chame ou pense que sou arrogante, mas antes de sair falando que essa ou aquela empresa tem uma política empresarial e de marketing arcaica e falida, antes de falar que os empresários são todos incopetentes, deve-se conhecer primeiro cada empresa.
Prezado Velásquez,

nada contra você, mas te posso assegurar que conheço muito bem cada empresa por mim criticada, mais do que você possa imaginar.

Gosto muito das suas continuas notícias sobre a aviação regional brasileira, mas não posso ficar calado quando se insiste em determinados assuntos e pedidos de subsídios federais e estaduais para que as empresas aéreas possam sobreviver.

O que adianta conceder subsídios se, na maioria dos casos, não têm pessoas capazes de administrar decentemente as companhias aéreas (Canhedo Azevedo docet)? Você gosta ver mais dinheiro público jogado a toa?

O governo federal não é obrigado e, na minha opinião, não deve injetar dinheiro em empresas aéreas privadas entradas em crise por fatores externos à crise global.

Como usuário do transporte aéreo fico irritadissimo ao ver que o dinheiro que me se cobra através das várias taxas é investido na construção de Aeroshoppings, ou em obras aeroportuárias inúteis.

Tenho quase absoluta certeza, que não foi a crise global que levou a Transbrasil, a Vasp, e a Varig, só para fazer alguns exemplos recentes, a quebrar.

Os passageiros se ganham e os aviões se enchem propondo tarifas mais baratas das atuais (que, na maioria dos casos, são verdadeiros furtos) para permitir a todos os brasileiros de poder viajar de avião e conhecer melhor o próprio país. Parem de fazer os interesses dos donos das empresas de ônibus!!!

Verdade, a Gol tentou isso uma vez oferecendo tarifas de R$ 1,00, mas depois veio o DAC com uma desculpa sem cabimento intrometendo-se onde não devia para defender os interesses do poderoso de turno que sentiu-se incomodado pela audácia da Gol.

Você citou justamente a impossibilidade de operar B737-800 em alguns aeroportos do interior brasileiro, mas existem casos opostos, como o de São José dos Campos, a 9ª cidade mais rica do Brasil e que é o maior polo aeroespacial brasileiro.

No aeroporto daquela cidade, que pode operar aviões de maior porte e que é atualmente administrado pela Infrazero, só há 2 vôos diários operados em MONOPÓLIO pela OceanAir e o último evento aeronáutico (falimentar) organizado naquele aeroporto foi em 2001 (!?!).

Sabe o que anda dizendo a superintendencia da Infrazero daquele aeroporto para tentar de justificar a sua falência e para não incomodar os "vizinhos" Aeroportos de Congonhas, Guarulhos e de Campinas? Que não há demanda de passageiros e outras companhias aéreas interessadas e que não há pessoas capacitadas para organizar eventos aeronáuticos anuais de grande porte. Mas como? Uma região, a do Vale do Paraíba, que tem mais de 2 milhões de habitantes, que tem uma das maiores indústrias aeronáuticas do mundo e um centro aeroespacial não tem demanda de vôos? Se vc acredita em Papai Noel...

Tem sim demanda, só faltam empresários que não têm medo da concorrência e de novos desafios. A Infrazero também não está fazendo quase nada para promover aquele aeroporto.

As autoridades aeronáuticas brasileiras também não sabem, ou não querem trabalhar e distribuir os vôos para aeroportos ociosos (uma verdadeira mina de ouro) e as companhias aéreas não sabem aproveitar de algumas ocasiões como esta que acabei de citar, mas que é apenas um exemplo para te demonstrar a falta de audácia dos empresários aeronáuticos brasileiros.

Saudações

Black Typhoon

Enviado: Qua Mai 04, 2005 16:36
por B767
Bom, posso compartilhar o seguinte:

1. Empresa aerea regional tem missao social e caracteristicas comerciais diferentes das empresas nacionais. Nao seria correto abrir o cofre para todas as companhias cada vez que algo sai errado, mas o governo tem que definir uma politica sensata e justa. Isto em si deve afastar a opção de "lavar as maos", esconder a cabeça, jogar culpas e asim por diante.

2. Nos EUA/Canada, Europa e muitos outros paises, as empresas regionais sao encaradas como elo fundamental dentro da logisitca do país e presença do estado soberano. Os paises que citei pagam uma espécie de suplementação tarifaria e outros subsidios. Porem, existe uma politica governamental para o processo, coisa que devia existir por aqui.
Os EUA tem suplementacao para empresas que voam para áreas como Alasca, noroeste e regioes interioranas. O canada tem para o Oeste, Quebec, regiao atlantica e artico.

3. O interior de Sao Paulo tem uma caracteristica economica, social e de infraestrutura totalmente diferente do Mato Grosso, Pará, maranhão, Amazonas, etc. O Estado tem que estar presente.

Enviado: Qua Mai 04, 2005 18:19
por rick
A GENSA por ser empresa privada tem de resolver seus problemas financeiros por si própria. O governo nada deve a ela, ou deve? Quanto a Boeing 737-800, realmente não comporta numa linha em Sinop, mas não precisa ser "bandecos em cacarecos", porque não um E-120?

O governo tem de acertar sim, com as empresas o que deve proveniente a planos econômicos mal feitos, fora isso não acho que deva ser feito nada além.

Velasquez, vc é ou foi funcionário da GENSA ou parente dos proprietários?

Enviado: Qua Mai 04, 2005 20:17
por Velásquez
Caro Black Typhoon,
gostei muito de sua resposta, como disse o nosso colega Júnior, esse é o bom desse fórum, nós discordamos e temos nossas opniões e as damos com argumentos sólidos como o seu sem ofensas. Gostei muito de seu feed back.
Bom, está mais do que provado, tanto pelos meus quanto pelos seus argumentos que temos opiniões contrárias com relação a mão do governo sobre o setor, e isso não vai mudar, mas quero aproveitar para citar mais uma coisa, que talvez tenha ficado mal exclarecida, tanto em meus quando nos seus posts: o empresariado brasileiro.
Como você também conhece bem esse setor ( o qual é uma honra compartilhar o fórum com pessoas com conhecimento de causa), temos sim empresários pilantras no setor regional. Não vou precisar citar nomes, pois você também os conhece, mas eles não representam os empresários do setor. Temos muita gente boa e muito boa disposta a trabalhar e com idéias novas, mas que esbarram nesse ambiente hostil que vinhamos falando.
Nós precisamos de regulamentação, de suplementação tarifária em linhas deficitárias (como bem disse o nosso amigo B767, as empresas regionais possuem um importante papel como elemento de integração nacional e assumem um grande papel social em algumas regiões), nós precisamos de uma política clara de estímulo ao transporte aéreo, em especial o regional, pois você sabe que o nosso setor está minguando aos poucos e assim como você, atribuo uma das causas a falta dessa política por parte do DAC
Rick, prefiro não responder a sua pergunta pois entendo que isso é algo pessoal, e em momento nenhum, em todos esses anos de fórum falei em nome dessa ou daquela empresa, e sim falei o que um setor inteiro pensa, inclusive temos amigos aqui no fórum que são do setor e também não puxam sardinha para essa ou aquela empresa.
Como falei acima, essa é a minha opnião, e mostrei os argumentos que uso para te-la, e não é por ser dessa ou daquela empresa, que tenho essa opnião.

Grande abraço
Velásquez

Enviado: Qui Mai 05, 2005 01:51
por BrazPilot
Poxa vida. Que coisa triste. Sendo Campo-grandense sinto muito ler essa noticia. Simplesmente sem comentarios... :cry:

Enviado: Qui Mai 05, 2005 19:37
por rick
Velásquez escreveu:Caro Black Typhoon,

Rick, prefiro não responder a sua pergunta pois entendo que isso é algo pessoal, e em momento nenhum, em todos esses anos de fórum falei em nome dessa ou daquela empresa, e sim falei o que um setor inteiro pensa, inclusive temos amigos aqui no fórum que são do setor e também não puxam sardinha para essa ou aquela empresa.
Como falei acima, essa é a minha opnião, e mostrei os argumentos que uso para te-la, e não é por ser dessa ou daquela empresa, que tenho essa opnião.

Grande abraço
Velásquez
Velasquez, isso é um direito seu, lógico. Só perguntei porque senti em você um pesar além do normal pela Gensa. Eu sou do Sudeste e ouvi muito pouco falar dessa empresa. Aliás tudo que eu sei é que ela fazia vôos sistemáticos no centro-Oeste, era pequena e operava E-110. Me parece que tinha acordo com a TAM, se não me falha a memória, mas nada a respeto da história da empresa, nem de quem era os donos.

Enviado: Sáb Mai 07, 2005 16:51
por Manlio
Infelizmente mais uma que se vai... e acredito que ela era a única que operava em Corumbá! (Por favor confirmem essa informação!)

Enviado: Sáb Mai 07, 2005 17:00
por Velásquez
Manlio escreveu:Infelizmente mais uma que se vai... e acredito que ela era a única que operava em Corumbá! (Por favor confirmem essa informação!)
Hoje quem opera em Corumbá é a TAM, em vôos de segunda a sexta feira, com seu F100, na rota BSB / CGR / CMG.
Nos dias 20, 21 e 22 e 27, 28 e 29, o vôo 3774 (CGH / CGR) será esticado até CMG, em função de um evento na cidade.
A Gensa operou em CMG após a saída da TAM, em setembro de 2002 da linha, e operou até outubro de 2003, quando a Vasp, a pedido do governo do estado (alegando que a cidade estava abandonada) passou a operar na cidade.
Com a crise na Vasp, a empresa saiu de CMG em outubro, e novamente a Gensa voltou a operar no trecho CGR/CMG (sempre com altíssima taxa de ocupação).
Porém, mais uma vez, o governo de MS, foi até a TAM, em SAO, e pediu ao seu presidente que passasse a operar em CMG, pois alegava que a cidade tinha grande potencial e estava abandonada.
A TAM atendeu ao pedido e iniciou em 22/11/04 a linha para CMG.
A TRIP chegou a anunciar o início dos seus vôos para a cidade, mas desistiu da idéia após a a entrada da TAM no mercado local.

Abraços
Velásquez

Re: GENSA suspende suas operações!!!!!

Enviado: Qua Jun 10, 2015 16:54
por AeroEntusiasta
Boa tarde:

Segundo informações, a Rota do Sol Táxi Aéreo de Fortaleza, adquiriu o E110 PT-SHN (ex-Gensa) que está nas oficinas da Conal, em Sorocaba.

Atualmente da Rota do Sol opera com o EMB-110 PT-LRR.

Sem mais.

Re: GENSA suspende suas operações!!!!!

Enviado: Qui Jun 11, 2015 02:16
por AB3
AeroEntusiasta escreveu:Boa tarde:

Segundo informações, a Rota do Sol Táxi Aéreo de Fortaleza, adquiriu o E110 PT-SHN (ex-Gensa) que está nas oficinas da Conal, em Sorocaba.

Atualmente da Rota do Sol opera com o EMB-110 PT-LRR.

Sem mais.
Me parece ser uma empresa que está "se armando" para o plano regional (que não existirá)