O cobrador do ônibus me ensinou sobre MIGs!!!
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O cobrador do ônibus me ensinou sobre MIGs!!!
Seguinte... peguei um ônibus hoje... e me surpreendi! Escrevi até uma coluna no Asas da Bahia... reproduzo ela abaixo, quem quiser ver mais colunas no site, tanto minhas, como de uma comissária de bordo, basta ir no www.asasdabahia.net ! Mas vamos ao cobrador...
"A LEITURA ELEVA O CONHECIMENTO
Sexta-Feira, 30 de Março de 2007! Estava na Barra com a co-fundadora do Asas da Bahia, Alessandra, a conversar, quando passei na banca de revista e vi a Flap Internacional com o 767 da OceanAir na capa, comprei e guardei. Posteriormente no ônibus, uma viagem de aproximadamente 1 hora, em ônibus coletivo em Salvador é uma operação de paciência, pelas falhas do sistema de transporte da cidade, mas a ocasião me recomendava sacar a Flap da sacolinha e realizar a leitura e o fiz... quando virei a capa e fui para a primeira página, o cobrador do ônibus me cutuca e pergunta: É deste mês? Eu falei: sim! Surpreendentemente o mesmo fala pra mim: "Vamos fazer um intercâmbio, você lê minha Asas, já comprou? E eu leio sua Flap até chegar seu ponto". De fato eu não tinha comprado a Asas (excelente revista, especialmente no ponto cultural), mas o que me surpreendeu, sem preconceitos, foi o cobrador se interessar por aviação! Cedi a Flap imediatamente e fui ler a Asas. Posteriormente conversando com o mesmo, ele demonstrou grande conhecimento em aviação russa, inclusive criticando o filme Top Gun, que usa caças F-5 pintados de preto sob o inexistente nome de MIG-28.
Ao mesmo tempo em que me surpreendia com o profundo conhecimento do mesmo, admirava o fato do mesmo se esforçar naquilo que ele gosta: aviação! Distante dele? Sim, bastante! Afinal um cobrador não ganha o suficiente para cumprir suas responsabilidades com família, saúde, a si próprio e programar férias em Fortaleza no fim do ano! Mas ele sabe tirar a graninha para sua esperada Asas de cada mês! Ainda me contou que era feliz por ter nascido no dia em que um MIG-31 havia feito seu primeiro vôo e mais, me ensinou algo que eu não sabia: Migs só tem número impar, jamais par! Agora de onde vem o conhecimento do cobrador do ônibus em aviação? Só de paixão? Não, isso vem de leitura! A mesma leitura que ensina a ele, pode ensinar a qualquer um, diga-se de passagem grande parte do conhecimento do Asas da Bahia, em especial seus fundadores vem da leitura de revistas como Flap, Aeromagazine, Asas, livros, inclusive é algo que investimos constantemente, a compra de revistas antigas, para nos dar uma base histórica maior!
Desci do ônibus satisfeito, porém meio triste, em não poder ajudar aquele rapaz a ficar mais próximo do que ele gosta. Mas a satisfação em ver alguém simples, que batalha e se arrisca todo dia ali na cadeirinha, contando o troco, recebendo vales, até as vezes tenso sem saber se do bolso do passageiro vem um vale ou um revolver, procura conhecer, ler, buscar conhecimento e outra... não obstante seu conhecimento, para uma pessoa que certamente fez no máximo seu segundo grau, ainda pronunciou o nome de aeronaves e fabricantes de maneira correta, como Lockheed, F4 Phanton, F14 Tomcat, Boeing, Airbus, Dassault... que Deus o dê oportunidade de aprender mais e mais e chegar próximo a sua paixão, hobby, fascinação!
Um abraço e até a próxima, lembrando que agora a próxima pode ser daqui a 1 dia ou um mês..."
"A LEITURA ELEVA O CONHECIMENTO
Sexta-Feira, 30 de Março de 2007! Estava na Barra com a co-fundadora do Asas da Bahia, Alessandra, a conversar, quando passei na banca de revista e vi a Flap Internacional com o 767 da OceanAir na capa, comprei e guardei. Posteriormente no ônibus, uma viagem de aproximadamente 1 hora, em ônibus coletivo em Salvador é uma operação de paciência, pelas falhas do sistema de transporte da cidade, mas a ocasião me recomendava sacar a Flap da sacolinha e realizar a leitura e o fiz... quando virei a capa e fui para a primeira página, o cobrador do ônibus me cutuca e pergunta: É deste mês? Eu falei: sim! Surpreendentemente o mesmo fala pra mim: "Vamos fazer um intercâmbio, você lê minha Asas, já comprou? E eu leio sua Flap até chegar seu ponto". De fato eu não tinha comprado a Asas (excelente revista, especialmente no ponto cultural), mas o que me surpreendeu, sem preconceitos, foi o cobrador se interessar por aviação! Cedi a Flap imediatamente e fui ler a Asas. Posteriormente conversando com o mesmo, ele demonstrou grande conhecimento em aviação russa, inclusive criticando o filme Top Gun, que usa caças F-5 pintados de preto sob o inexistente nome de MIG-28.
Ao mesmo tempo em que me surpreendia com o profundo conhecimento do mesmo, admirava o fato do mesmo se esforçar naquilo que ele gosta: aviação! Distante dele? Sim, bastante! Afinal um cobrador não ganha o suficiente para cumprir suas responsabilidades com família, saúde, a si próprio e programar férias em Fortaleza no fim do ano! Mas ele sabe tirar a graninha para sua esperada Asas de cada mês! Ainda me contou que era feliz por ter nascido no dia em que um MIG-31 havia feito seu primeiro vôo e mais, me ensinou algo que eu não sabia: Migs só tem número impar, jamais par! Agora de onde vem o conhecimento do cobrador do ônibus em aviação? Só de paixão? Não, isso vem de leitura! A mesma leitura que ensina a ele, pode ensinar a qualquer um, diga-se de passagem grande parte do conhecimento do Asas da Bahia, em especial seus fundadores vem da leitura de revistas como Flap, Aeromagazine, Asas, livros, inclusive é algo que investimos constantemente, a compra de revistas antigas, para nos dar uma base histórica maior!
Desci do ônibus satisfeito, porém meio triste, em não poder ajudar aquele rapaz a ficar mais próximo do que ele gosta. Mas a satisfação em ver alguém simples, que batalha e se arrisca todo dia ali na cadeirinha, contando o troco, recebendo vales, até as vezes tenso sem saber se do bolso do passageiro vem um vale ou um revolver, procura conhecer, ler, buscar conhecimento e outra... não obstante seu conhecimento, para uma pessoa que certamente fez no máximo seu segundo grau, ainda pronunciou o nome de aeronaves e fabricantes de maneira correta, como Lockheed, F4 Phanton, F14 Tomcat, Boeing, Airbus, Dassault... que Deus o dê oportunidade de aprender mais e mais e chegar próximo a sua paixão, hobby, fascinação!
Um abraço e até a próxima, lembrando que agora a próxima pode ser daqui a 1 dia ou um mês..."
AB3 - aeroentusiasta forum user
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Luciano de Paula
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- Registrado em: Sáb Jul 22, 2006 07:07
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- arthuramaral_CGR
- Moderador

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Cmte Rafael
- PC

- Mensagens: 118
- Registrado em: Ter Dez 21, 2004 23:07
- Localização: Brasíia
Encontro
Se rolar o encontro mesmo, me convidem!
Apesar de n postar muito, estou sempre ligado no Fórum!
Apesar de n postar muito, estou sempre ligado no Fórum!
Galera, ressucitando o tópico, eu não sei quem foi, mas alguem copiou o texto aqui e enviou para a ASAS
... saiu na edição anterior, eu não comprei a edição e quando li na banca, não vi a seção de cartas, mas hoje o cobrador me encontrou e perguntou se eu era o mesmo do Asas da Bahia e me agradeceu pelo artigo na revista, eu evidentemente fiquei surpreso, mas o cara estava radiante, feliz pra caramba!
Seja lá quem for que enviou o texto para a ASAS, obrigado... fico feliz que o meu texto tenha chegado até a revista e a revista feito esta homenagem! Fiquei contente duplamente pela felicidade do rapaz e saber que meu texto saiu na revista.
Seja lá quem for que enviou o texto para a ASAS, obrigado... fico feliz que o meu texto tenha chegado até a revista e a revista feito esta homenagem! Fiquei contente duplamente pela felicidade do rapaz e saber que meu texto saiu na revista.
AB3 - aeroentusiasta forum user
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Armando Italo
- PP

- Mensagens: 88
- Registrado em: Dom Set 02, 2007 10:54
- Localização: SAO
Pois é pessoal
Taí uma prova e um exemplo de que não se deve prejulgar ninguem pela sua aparencia, grau de instrução, posses materiais, etc.
Devemos valorizar as pessoas somente pelo o que elas são e não valorizar somente o "TER" de cada um.
Tem um outro relato e exemplo
Quando tiverem tempo e afim vale apena ler.
Caminhoneiro constrói avião
Desde do vôo histórico de Santos Dumont, em Paris, em 1906, até o pouso dos astronautas da Apollo 11, na Lua, em 1969 o homem tem conseguido realizar, pelo menos, em máquinas, o sonho de Ícaro e seu pai, Dédalo, de voar. No sertão cearense, José Ribamar Maia de Freitas, de 34 anos de idade, quase sem recursos ou conhecimento aeronáutico, superou todas as dificuldades e desconfianças da população de Limoeiro do Norte, e construiu um avião. Sonho de quase toda a sua vida.
Caminhoneiro, casado e pai de três filhos, ele conta que “meteu na cabeça” que iria voar de qualquer jeito, independente do tempo e dinheiro que seriam necessários para isso. E foi o que fez. Há três anos, depois de muito idealizar, foi até o Aeroleve de Fortaleza e começou a se informar com os mecânicos e pilotos sobre o assunto. José Ribamar não tinha a menor noção sobre o desenho da asa, que segundo o piloto e jornalista Tom Barros, é um dos itens fundamentais para o avião levantar vôo.
“Eu apenas conhecia sobre motor de carro e caminhão e achava que bastava isso”, diz. Voltou para Limoeiro, juntou canos, cadeira plástica, lona e motor Volkswagen e fez a sua primeira máquina. Não teve sucesso. O avião nem saiu do lugar.
Mesmo assim, não desanimou. Voltou a Fortaleza e com o dinheiro que tinha para terminar a construção de sua casa, cerca de R$ 1 mil, pagou 12 horas de aulas no Aeroleve. Não foi suficiente para aprender a pilotar. Em média, são necessárias 20 horas de aulas teóricas e práticas. Sem o “brevet” e sentindo-se “mais experiente”, Ribamar voltou para sua cidade e tentou o segundo avião. Nesse tempo, adquiriu mais conhecimentos sobre o desenho da asa e teoria de vôo. Desta vez, para fazer a estrutura do avião, usou alumínio aeronáutico, que tem maior resistência e é mais leve. Com isso, avançou. Cobriu a “engenhoca” com lona e colocou o motor Volkswagen. Sem ligar para a advertência do instrutor do Aeroleve, Guilherlardo Nunes, de que “seria quase um suicídio tentar voar numa ´coisa´ daquela”, ele fez sua segunda tentativa frustrada. O avião caiu. “Foi um susto, mas saí ileso”.
Nada parecia detê-lo. “Meu sonho era maior”, afirma. Procurando saber mais sobre itens importantes para o aviador, como o centro de gravidade da máquina e balanceamento, partiu para seu terceiro projeto. Desenhou um modelo Asa Baixa, fez um trem de pouso com mola de caminhão; colocou amortecedores de moto e motor 1600 da Volkswagen; estrutura de alumínio aeronáutico e gasolina comum. Para o revestimento usou tecido de algodão impermeabilizado com resina de vidro e algumas peças de Opala.
Com tudo pronto, conta que disse para ele mesmo: “é agora ou nunca”. Foi para a pista da Chapada do Apodi, que é asfaltada e tem mil metros, e ficou treinando decolar e pousar. Depois que estava seguro, avisou aos amigos: “é hoje!”. O grupo, que o chamava de louco e visionário, foi até lá para conferir. E não deu outra. O sonho se tornou realidade. José Ribamar finalmente decolou e sobrevoou as plantações do perímetro irrigado. Muito emocionado e recebendo o carinho da família, ele hoje é admirado e respeitado em sua cidade.
Quase sem acreditar que a história dele é verdadeira, um grupo do Clube Catuleve, de Fortaleza, liderado por Tom Barros, o sanfoneiro Waldonys (que também é piloto acrobático) e o presidente do Aeroclube de Mossoró, John Wayne, foi até lá para ver. Todos ficaram impressionados. “Ficamos surpresos com a coragem dele e, a princípio, pensamos que aquela invenção nem iria sair do chão”, afirma Tom. Outra emoção de Ribamar foi ver seu avião sendo pilotado por Waldonys, que sobrevoou a pista.
Mesmo informado de que não tem autorização para voar, sem carteira de piloto, e que o Departamento de Avião Civil (DAC) deve questionar e proibi-lo, ele diz que nada tem mais importância. “Podem tirar o meu avião, mas não podem tirar a realização de meu sonho”. Agora, seu plano é acabar de construir sua casa.
Matéria transcrita do Jornal do Nordeste globo.com
Taí uma prova e um exemplo de que não se deve prejulgar ninguem pela sua aparencia, grau de instrução, posses materiais, etc.
Devemos valorizar as pessoas somente pelo o que elas são e não valorizar somente o "TER" de cada um.
Tem um outro relato e exemplo
Quando tiverem tempo e afim vale apena ler.
Caminhoneiro constrói avião
Desde do vôo histórico de Santos Dumont, em Paris, em 1906, até o pouso dos astronautas da Apollo 11, na Lua, em 1969 o homem tem conseguido realizar, pelo menos, em máquinas, o sonho de Ícaro e seu pai, Dédalo, de voar. No sertão cearense, José Ribamar Maia de Freitas, de 34 anos de idade, quase sem recursos ou conhecimento aeronáutico, superou todas as dificuldades e desconfianças da população de Limoeiro do Norte, e construiu um avião. Sonho de quase toda a sua vida.
Caminhoneiro, casado e pai de três filhos, ele conta que “meteu na cabeça” que iria voar de qualquer jeito, independente do tempo e dinheiro que seriam necessários para isso. E foi o que fez. Há três anos, depois de muito idealizar, foi até o Aeroleve de Fortaleza e começou a se informar com os mecânicos e pilotos sobre o assunto. José Ribamar não tinha a menor noção sobre o desenho da asa, que segundo o piloto e jornalista Tom Barros, é um dos itens fundamentais para o avião levantar vôo.
“Eu apenas conhecia sobre motor de carro e caminhão e achava que bastava isso”, diz. Voltou para Limoeiro, juntou canos, cadeira plástica, lona e motor Volkswagen e fez a sua primeira máquina. Não teve sucesso. O avião nem saiu do lugar.
Mesmo assim, não desanimou. Voltou a Fortaleza e com o dinheiro que tinha para terminar a construção de sua casa, cerca de R$ 1 mil, pagou 12 horas de aulas no Aeroleve. Não foi suficiente para aprender a pilotar. Em média, são necessárias 20 horas de aulas teóricas e práticas. Sem o “brevet” e sentindo-se “mais experiente”, Ribamar voltou para sua cidade e tentou o segundo avião. Nesse tempo, adquiriu mais conhecimentos sobre o desenho da asa e teoria de vôo. Desta vez, para fazer a estrutura do avião, usou alumínio aeronáutico, que tem maior resistência e é mais leve. Com isso, avançou. Cobriu a “engenhoca” com lona e colocou o motor Volkswagen. Sem ligar para a advertência do instrutor do Aeroleve, Guilherlardo Nunes, de que “seria quase um suicídio tentar voar numa ´coisa´ daquela”, ele fez sua segunda tentativa frustrada. O avião caiu. “Foi um susto, mas saí ileso”.
Nada parecia detê-lo. “Meu sonho era maior”, afirma. Procurando saber mais sobre itens importantes para o aviador, como o centro de gravidade da máquina e balanceamento, partiu para seu terceiro projeto. Desenhou um modelo Asa Baixa, fez um trem de pouso com mola de caminhão; colocou amortecedores de moto e motor 1600 da Volkswagen; estrutura de alumínio aeronáutico e gasolina comum. Para o revestimento usou tecido de algodão impermeabilizado com resina de vidro e algumas peças de Opala.
Com tudo pronto, conta que disse para ele mesmo: “é agora ou nunca”. Foi para a pista da Chapada do Apodi, que é asfaltada e tem mil metros, e ficou treinando decolar e pousar. Depois que estava seguro, avisou aos amigos: “é hoje!”. O grupo, que o chamava de louco e visionário, foi até lá para conferir. E não deu outra. O sonho se tornou realidade. José Ribamar finalmente decolou e sobrevoou as plantações do perímetro irrigado. Muito emocionado e recebendo o carinho da família, ele hoje é admirado e respeitado em sua cidade.
Quase sem acreditar que a história dele é verdadeira, um grupo do Clube Catuleve, de Fortaleza, liderado por Tom Barros, o sanfoneiro Waldonys (que também é piloto acrobático) e o presidente do Aeroclube de Mossoró, John Wayne, foi até lá para ver. Todos ficaram impressionados. “Ficamos surpresos com a coragem dele e, a princípio, pensamos que aquela invenção nem iria sair do chão”, afirma Tom. Outra emoção de Ribamar foi ver seu avião sendo pilotado por Waldonys, que sobrevoou a pista.
Mesmo informado de que não tem autorização para voar, sem carteira de piloto, e que o Departamento de Avião Civil (DAC) deve questionar e proibi-lo, ele diz que nada tem mais importância. “Podem tirar o meu avião, mas não podem tirar a realização de meu sonho”. Agora, seu plano é acabar de construir sua casa.
Matéria transcrita do Jornal do Nordeste globo.com
Eu recordo deste rapaz do interior do Nordeste! E pergunto, quem nunca pensou nisso???
AB3 - aeroentusiasta forum user
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rafaelguimaraes
- MULTI

- Mensagens: 402
- Registrado em: Qua Ago 10, 2005 11:51
Emocionante!
Lendo estes dois textos, me considero ainda mais um grande BUNDÃO!AB3 escreveu:Eu recordo deste rapaz do interior do Nordeste! E pergunto, quem nunca pensou nisso???
Quando eu não tinha $$ para tirar um brevet, essa era minha desculpa; depois as coisas melhoraram e achei que estava um pouco velho!?!
Depois de ver a coragem e a realização do sonho de voar deste caminhoneiro, qual desculpa esfarrapada vou arranjar?
Rafael
Não dê desculpe, se enfie no ACSP amanhã mesmo
. Ou então se conforme em não ser piloto comercial e compre um Ultraleve Avançado...
PU-ARG (aviador rafael guimaraes kakaka)!
Abraço sumido amigo!
PU-ARG (aviador rafael guimaraes kakaka)!
Abraço sumido amigo!
AB3 - aeroentusiasta forum user
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