Avião militar cai no Irã e deixa 13 mortos
BBC Brasil
Pelo menos treze pessoas morreram quando um avião militar caiu no Irã nesta segunda-feira, segundo informou a mídia oficial do país.
O comandante da divisão militar conhecida como Guarda Revolucionária Ahmad Kazemi e dez de seus homens estavam no avião, um Falcon.
A divisão funciona de forma paralela ao Exército convencional e foi formada após a revolução islâmica de 1979.
O presidente Ahmadinejad é um ex-comandante da Guarda Revolucionária.
Falhas
O acidente aconteceu no noroeste do país, próximo a Oroumieh, cerca de 900km distante da capital do país, Teerã.
Segundo a agência de notícias oficial iraniana, o acidente aconteceu quando o trem de pouso do avião apresentou problemas.
Uma investigação já teria sido iniciada.
Há menos de um mês, outro avião militar caiu por sobre uma área densamente povoada de Teerã, matando mais de 128 pessoas.
Avião militar cai no Irã e deixa 13 mortos
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Queda de avião deixa 13 mortos no noroeste do Irã
Queda de avião deixa 13 mortos no noroeste do Irã
TERRA
O comandante da força terrestre da Guarda Revolucionária iraniana e outros 10 oficiais morreram hoje na queda de um pequeno avião militar que tentava fazer uma aterrissagem de emergência no noroeste do Irã.
O acidente, no qual também morreram os dois tripulantes da aeronave, tipo Falcon, é o segundo deste tipo no Irã desde o último dia 6 de dezembro, quando 116 pessoas morreram na queda de outro avião militar sobre um edifício nos arredores de Teerã.
As autoridades atribuíram a causa do acidente de hoje a uma "falha técnica". A queda aconteceu nesta manhã, nos arredores da cidade de Aidinlou, a cerca de 12 quilômetros de Oroumieh, na província de Azarbayjan-e Gharbi.
Um porta-voz militar confirmou a morte do general Ahmad Kazemi, comandante da força terrestre do corpo da Guarda Revolucionária, e de outras 12 pessoas, quatro delas oficiais desta força.
A Guarda Revolucionária, considerada a coluna vertebral das forças militares iranianas, foi criada após a vitória da revolução islâmica, em 1979, que derrubou o regime monárquico pró-ocidental do xá Mohammed Reza Pahlevi.
Kazemi, considerado pelas autoridades iranianas um dos heróis da guerra entre o Irã e o Iraque (1980-88), foi nomeado comandante da força terrestre da Guarda em julho do ano passado pelo líder máximo do país, Ali Khamenei.
A Guarda Revolucionária, à qual pertencia o atual presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, tem forças áreas, terrestres e marítimas.
O Governo iraniano anunciou que abriu uma investigação sobre o acidente. Além disso, afirmou que o avião acidentado era propriedade da Guarda Revolucionária e confirmou que "todas seus ocupantes morreram".
Rahim Qarbani, governador de Azarbayjan-e Gharbi, na fronteira com a Turquia, explicou que a aeronave caiu enquanto o piloto tentava fazer uma aterrissagem de emergência na cidade de Oroumieh, cerca de 900 quilômetros ao norte da capital.
"O equipamento de aterrissagem não funcionou e o trem de pouso não abriu. Por isso, o avião se chocou contra o solo e ficou completamente destruído", explicou Qarbani, sem dar detalhes sobre o que levou o piloto a tentar fazer uma aterrissagem de emergência.
Segundo Qarbani, o avião realizava um vôo interno entre Teerã e Oroumieh, e a bordo do aparelho viajavam "11 personalidades, cinco delas comandantes da força terrestre da Guarda Revolucionária", incluindo Kazemi.
Ainda segundo ele, os corpos foram levados para um hospital de Oroumieh, capital da província.
A aviação iraniana tem um dos parques aéreos menos confiáveis do mundo, composto em sua maioria por aeronaves russas.
As autoridades iranianas se queixaram várias vezes que as sanções comerciais impostas ao país pelos Estados Unidos há 30 anos impede que Teerã importe peças para seus aviões.
Na última década, aconteceram vários acidentes aéreos no país, o mais grave deles no dia 19 de fevereiro de 2003, quando um aparelho Ilyushin-76 caiu numa área do sudeste do Irã, também por motivos técnicos.
Um total de 276 passageiros morreu no acidente, quase todos membros do corpo da Guarda Revolucionária.
No último dia 6 de dezembro, um avião militar, tipo AC-130 Hércules, caiu sobre um edifício de 10 andares em Teerã enquanto tentava fazer uma aterrissagem de emergência devido a uma falha em um dos motores.
Os 90 ocupantes do avião - 80 passageiros e 10 tripulantes - morreram, além de outras 26 pessoas que viviam no imóvel ou que passavam pela rua na hora da queda.
Pelo menos 68 dos passageiros eram jornalistas que viajavam no avião para cobrir manobras militares iranianas no Golfo Pérsico.
EFE
TERRA
O comandante da força terrestre da Guarda Revolucionária iraniana e outros 10 oficiais morreram hoje na queda de um pequeno avião militar que tentava fazer uma aterrissagem de emergência no noroeste do Irã.
O acidente, no qual também morreram os dois tripulantes da aeronave, tipo Falcon, é o segundo deste tipo no Irã desde o último dia 6 de dezembro, quando 116 pessoas morreram na queda de outro avião militar sobre um edifício nos arredores de Teerã.
As autoridades atribuíram a causa do acidente de hoje a uma "falha técnica". A queda aconteceu nesta manhã, nos arredores da cidade de Aidinlou, a cerca de 12 quilômetros de Oroumieh, na província de Azarbayjan-e Gharbi.
Um porta-voz militar confirmou a morte do general Ahmad Kazemi, comandante da força terrestre do corpo da Guarda Revolucionária, e de outras 12 pessoas, quatro delas oficiais desta força.
A Guarda Revolucionária, considerada a coluna vertebral das forças militares iranianas, foi criada após a vitória da revolução islâmica, em 1979, que derrubou o regime monárquico pró-ocidental do xá Mohammed Reza Pahlevi.
Kazemi, considerado pelas autoridades iranianas um dos heróis da guerra entre o Irã e o Iraque (1980-88), foi nomeado comandante da força terrestre da Guarda em julho do ano passado pelo líder máximo do país, Ali Khamenei.
A Guarda Revolucionária, à qual pertencia o atual presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, tem forças áreas, terrestres e marítimas.
O Governo iraniano anunciou que abriu uma investigação sobre o acidente. Além disso, afirmou que o avião acidentado era propriedade da Guarda Revolucionária e confirmou que "todas seus ocupantes morreram".
Rahim Qarbani, governador de Azarbayjan-e Gharbi, na fronteira com a Turquia, explicou que a aeronave caiu enquanto o piloto tentava fazer uma aterrissagem de emergência na cidade de Oroumieh, cerca de 900 quilômetros ao norte da capital.
"O equipamento de aterrissagem não funcionou e o trem de pouso não abriu. Por isso, o avião se chocou contra o solo e ficou completamente destruído", explicou Qarbani, sem dar detalhes sobre o que levou o piloto a tentar fazer uma aterrissagem de emergência.
Segundo Qarbani, o avião realizava um vôo interno entre Teerã e Oroumieh, e a bordo do aparelho viajavam "11 personalidades, cinco delas comandantes da força terrestre da Guarda Revolucionária", incluindo Kazemi.
Ainda segundo ele, os corpos foram levados para um hospital de Oroumieh, capital da província.
A aviação iraniana tem um dos parques aéreos menos confiáveis do mundo, composto em sua maioria por aeronaves russas.
As autoridades iranianas se queixaram várias vezes que as sanções comerciais impostas ao país pelos Estados Unidos há 30 anos impede que Teerã importe peças para seus aviões.
Na última década, aconteceram vários acidentes aéreos no país, o mais grave deles no dia 19 de fevereiro de 2003, quando um aparelho Ilyushin-76 caiu numa área do sudeste do Irã, também por motivos técnicos.
Um total de 276 passageiros morreu no acidente, quase todos membros do corpo da Guarda Revolucionária.
No último dia 6 de dezembro, um avião militar, tipo AC-130 Hércules, caiu sobre um edifício de 10 andares em Teerã enquanto tentava fazer uma aterrissagem de emergência devido a uma falha em um dos motores.
Os 90 ocupantes do avião - 80 passageiros e 10 tripulantes - morreram, além de outras 26 pessoas que viviam no imóvel ou que passavam pela rua na hora da queda.
Pelo menos 68 dos passageiros eram jornalistas que viajavam no avião para cobrir manobras militares iranianas no Golfo Pérsico.
EFE
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