Grave defeito no Airbus A-380
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Anonymous
Grave defeito no Airbus A-380
Aviação
Engenheiro diz que avião gigante tem falha que pode ser fatal
Quinta, 6 de Outubro de 2005, 11h35
Fonte: INVERTIA
Um engenheiro norte-americano está no centro de uma polêmica envolvendo o megajato A380 da Airbus, que deve começar a voar comercialmente em 2006. Segundo ele, o avião gigante pode estar sujeito a uma falha mecânica grave, potencialmente fatal para os passageiros e a tripulação.
Joseph Mangan, de 41 anos, era engenheiro-chefe da empresa austríaca TTTech Computertechnik, que fornece os chips e softwares do sistema de pressurização da cabine do avião gigante.
Ele mudou-se de Kansas, nos EUA, para Viena, onde foi trabalhar no desenvolvimento destes equipamentos para o consórcio aeroespacial Airbus, que reúne vários países europeus.
Há cerca de um ano, Mangan se tornou o que os norte-americanos chamam de Whistle blower. A expressão (literalmente, "assoprador de apito") designa quem denuncia algum tipo de segredo ou esquema que eram internos a uma empresa, mas que podem prejudicar o público em geral. No cinema, Russell Crowe viveu um whistle-blower em O Informante - seu alvo eram os fabricante de cigarros.
Engenheiro diz que avião gigante tem falha que pode ser fatal
Quinta, 6 de Outubro de 2005, 11h35
Fonte: INVERTIA
Um engenheiro norte-americano está no centro de uma polêmica envolvendo o megajato A380 da Airbus, que deve começar a voar comercialmente em 2006. Segundo ele, o avião gigante pode estar sujeito a uma falha mecânica grave, potencialmente fatal para os passageiros e a tripulação.
Joseph Mangan, de 41 anos, era engenheiro-chefe da empresa austríaca TTTech Computertechnik, que fornece os chips e softwares do sistema de pressurização da cabine do avião gigante.
Ele mudou-se de Kansas, nos EUA, para Viena, onde foi trabalhar no desenvolvimento destes equipamentos para o consórcio aeroespacial Airbus, que reúne vários países europeus.
Há cerca de um ano, Mangan se tornou o que os norte-americanos chamam de Whistle blower. A expressão (literalmente, "assoprador de apito") designa quem denuncia algum tipo de segredo ou esquema que eram internos a uma empresa, mas que podem prejudicar o público em geral. No cinema, Russell Crowe viveu um whistle-blower em O Informante - seu alvo eram os fabricante de cigarros.
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Anonymous
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Anonymous
Concordo com voce. Mas se alguém souber de mais algo sobre o 380 eu gostaria de saber.Spetsnaz escreveu:antes de qualquer coisa entenda q eu não estou criticando vc por postar a notícia.. e sim sobre a qualidade da mesma.. q pra mim é q nem aquelas qdo o F-100 da TAM caiu.. q o povo falando q o reverso abriu por causa de celular ou q o piloto "evitou" a escola ..
Eu vejo credibilidade na fonte.
valeu amigo.
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Anonymous
Participantes do Aerofórum
Eu não entendo: a Boeing sabe fazer excelentes aeronaves, vejam o Boeing 727, 747 e 777, por exemplo. Mas depois que começou a ser ameaçada pela Airbus e de fato perdeu a hegemonia para esta, começou a usar táticas "sujas" de lobby para prejudicá-la, largando "fofoquinhas" na imprensa.
Lembram quando disseram que o Airbus A340-600 tinha graves problemas, que as empresas não estavam satisfeitas com ele? Logo depois a Virgin fez uma grande encomenda do mesmo para reforçar a frota.
Bem lembrado que quando o Concorde iria iniciar seus serviços inventaram um lobby para que ele não voassse para os Estados Unidos por causa do ruído. Ridículo! Ou será que os caças a jato da época eram mais silenciosos do que ele? Agora com o Airbus A380 o filme se repete, com propostas de restrições absolutamente risíveis. Será "orgulho ferido"? Ou jogo sujo comercial?
Como uma fabricante com a credibilidade da Airbus vai "botar o dela na reta" lançando um produto com defeito? Ela quer se "ferrar" no mercado?
Como disse Noël Forgeard, ex-presidente da Airbus: "Prefiro pagar engenheiros e homens de negócios do que advogados e lobistas."
Bingo!
Saudações
Caravelle
Eu não entendo: a Boeing sabe fazer excelentes aeronaves, vejam o Boeing 727, 747 e 777, por exemplo. Mas depois que começou a ser ameaçada pela Airbus e de fato perdeu a hegemonia para esta, começou a usar táticas "sujas" de lobby para prejudicá-la, largando "fofoquinhas" na imprensa.
Lembram quando disseram que o Airbus A340-600 tinha graves problemas, que as empresas não estavam satisfeitas com ele? Logo depois a Virgin fez uma grande encomenda do mesmo para reforçar a frota.
Bem lembrado que quando o Concorde iria iniciar seus serviços inventaram um lobby para que ele não voassse para os Estados Unidos por causa do ruído. Ridículo! Ou será que os caças a jato da época eram mais silenciosos do que ele? Agora com o Airbus A380 o filme se repete, com propostas de restrições absolutamente risíveis. Será "orgulho ferido"? Ou jogo sujo comercial?
Como uma fabricante com a credibilidade da Airbus vai "botar o dela na reta" lançando um produto com defeito? Ela quer se "ferrar" no mercado?
Como disse Noël Forgeard, ex-presidente da Airbus: "Prefiro pagar engenheiros e homens de negócios do que advogados e lobistas."
Bingo!
Saudações
Caravelle
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Anonymous
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Observador
- PC

- Mensagens: 126
- Registrado em: Sex Fev 18, 2005 19:16
Acho que a credibilidade da fonte, não está em jogo aqui nesta notícia.Spetsnaz escreveu:antes de qualquer coisa entenda q eu não estou criticando vc por postar a notícia.. e sim sobre a qualidade da mesma.. q pra mim é q nem aquelas qdo o F-100 da TAM caiu.. q o povo falando q o reverso abriu por causa de celular ou q o piloto "evitou" a escola ..
Eu vejo credibilidade na fonte.
Afinal, é obrigação dela informar o que acontece no meio. Principalmente coisas polêmicas que envolvem a aviação. Mesmo que no final das contas, não passe de um blefe.
Abraço
Observador
Eu ja tenho outra visão da coisa.. eu acho q para uma notícia virar notícia q será lida ou vista por milhares ou milhões de pessoas.. a mesma tem que ter uma fonte segura, e ser uma notícia verdadeira.. não um rumor ou algo q foi lido na internet sem pé nem cabeça.. um jornalista tem que ter muita responsabilidade na hora de colocar alguma notícia .. só ver o Fokker F-100 que foi destruido pela imprensa pq por enquanto a imprensa brasileira não tem conteúdo e nem responsabilidade.. e essa notícia assim como foi a do F-100 é uma notícia sem conteúdo e sem responsabilidade.. pq dai vai o passageiro q não sabe nada de aviação e lê isso e fala .. bom Airbus... a TAM tem Airbus.. não é um avião seguro.. a TAM tem Fokker e o jornalista também falow q não é um aviao seguro.. q empresa ruim q só compra avião inseguro.. o passageiro q não sabe nada.. vai pensar assim... e graças a essas notícias sem responsabilidade e conteúdo varias pessoas e empresas foram prejudicadas e ainda serão... até termos um jornalismo com profissionalismo e não essa palhaçada que é hoje .. principalmente relacionado a aviação.. então a função da midia não é reportar qualquer coisa que acontece no meio.. a obrigação da midia é reportar FATOS CONCRETOS que acontecem.. e não RUMORES ou FOFOCAS ..Acho que a credibilidade da fonte, não está em jogo aqui nesta notícia.
Afinal, é obrigação dela informar o que acontece no meio. Principalmente coisas polêmicas que envolvem a aviação. Mesmo que no final das contas, não passe de um blefe.
Abraço
Observador
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Observador
- PC

- Mensagens: 126
- Registrado em: Sex Fev 18, 2005 19:16
Vc tem razão sobre o aspecto que vc está analizando. Eu expressei outro aspecto.Spetsnaz escreveu: Eu ja tenho outra visão da coisa.. eu acho q para uma notícia virar notícia q será lida ou vista por milhares ou milhões de pessoas.. a mesma tem que ter uma fonte segura, e ser uma notícia verdadeira.. não um rumor ou algo q foi lido na internet sem pé nem cabeça.. um jornalista tem que ter muita responsabilidade na hora de colocar alguma notícia
Aqui está a continuação da matéria:
"(...)..No cinema, Russell Crowe viveu um whistle-blower em O Informante - seu alvo eram os fabricante de cigarros.
O que Mangan fez foi dirigir-se às autoridades de aviação européias e avisá-las de que havia um problema num dos chips usados pelo A380, que é o maior (leva até 800 pessoas) e mais caro avião jamais fabricado no mundo.
De acordo com reportagem do jornal Los Angeles Times, publicada esta semana, as falhas no microprocessador podem fazer com que as válvulas que mantém a pressão da cabine do avião gigante se abram durante o vôo. O resultado seria uma despressurização tão violenta que poderia deixar inconsciente todas as pessoas a bordo, inclusive os pilotos, já que não haveria tempo para usar as máscaras de oxigênio.
O resultado pode ser uma tragédia de proporções jamais vistas na história da aviação.
Demitido
Há um ano, a TTTech decidiu demitir Mangan e entrou com ações contra ele, acusando-o de revelar indevidamente documentos internos da empresa. Quanto ao suposto defeito, a empresa disse se tratar de uma falha menor, que já foi sanada, e que todos os sistemas foram revisados. Por sua vez, Mangan processou a TTTech, alegando que foi demitido injustamente.
O avião gigante A380 em vôo de teste
Em seguida, iniciou-se uma ofensiva contra o engenheiro, por parte da Justiça austríaca. Mangan foi formalmente proibido de falar sobre o caso. Para ser entrevistado pelo LA Times, teve de viajar até Munique, na Alemanha, onde a ordem judicial não tem validade. Ele já foi multado em US$ 185 mil por falar sobre o caso em um blog na internet. E diz não ter como pagar este valor.
Reações
Especialistas em aviação europeus e norte-americanos vêm acompanhando o caso com interesse. Muitos dizem não ter como avaliar o que Mangan disse porque não há provas. Mas há quem esteja impressionado com o grau de pressão exercido pela TTTech sobre o engenheiro.
"Eu não quero destruir a TTTech, disse Mangan. "Mas eu tenho pesadelos com pessoas morrendo. Não posso deixar isso acontecer", disse ele.
Para executivos da TTTech, porém, Magnan é apenas um ex-empregado desequilibrado que tenta ganhar dinheiro com o que eles chegam a chamar de "chantagem". Mangan, que vivia nos EUA, mudou-se para Viena atraído pela proposta salarial da TTTech e pelo fato de tratar-se de uma empresa promissora.
Segundo ele, o chip problemático foi adaptado de outros usados em carros. A Boeing também pretende utilizá-los, por exemplo no 787, um jato de porte médio que deve ser lançado em 2006. Portanto, sua briga não se limitaria à Airbus."
Fonte: http://br.invertia.com/noticias/noticia ... 876&idtel=


