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Queda de helicóptero mata quatro pessoas em SC
Acidente aconteceu no município de Anita Garibaldi
Um helicóptero caiu por volta das 14h de hoje na localidade de São Sebastião, no município de Anita Garibaldi, Planalto Serrano catarinense. O Corpo de Bombeiros confirmou quatro mortes até o momento.
O helicóptero, modelo Jet Ranger, caiu em uma área de difícil acesso, a aproximadamente 40 quilômetros da sede da empresa Baesa, em Anita Garibaldi.
A aeronave partiu de Lages por volta das 13h30min para sobrevoar a região onde será formado o lago da Usina Hidrelétrica de Barra Grande.
Segundo a Baesa, empresa responsável pela construção da Usina de Barra Grande, morreram no acidente um estudante da Universidade Federal de Santa Catarina Angelo Puchalski e o biólogo gaúcho Carlos Peixoto, da Bourscheid Engenharia. A identidade do piloto não foi confirmada ainda. Entre as vítimas estaria também um funcionário do Ibama de Brasília.
Angelo era mestrando da UFSC e trabalhava no laboratório de Ecologia Florestal do Centro de Ciências Biológicas da instituição.
O grupo onde estariam os pesquisadores Ademir Reis, da UFSC, e Terésia Stehl, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, não chegou a embarcar.
Os pesquisadores foram contratados pelo Ministério do Meio Ambiente para avaliar o risco de extinção de uma espécie de bromélia que existe na região e que poderia sumir com o preenchimento do lago, que ocupa uma área de 94 quilômetros quadrados na divisa de Santa Catarina com o Rio Grande do Sul.
Com informações da rádio CBN/Diário e da reportagem do Diário Catarinense.
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Bruno Guimarães Orofino
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PT-HPI
Helicóptero que caiu pode ter batido na rede elétrica
Especialistas chegam quinta ao local do acidente, em SC, para avaliar as causas
Uma equipe do Departamento de Aviação Civil (DAC) chega nesta quinta ao município de Anita Garibaldi, no Planalto Serrano catarinense, para averiguar as causas do acidente com um helicóptero. A aeronave se chocou contra um morro na tarde de quarta e matou os quatro ocupantes.
A hipótese da polícia local é que o helicóptero tenha enroscado a hélice em uma das redes de energia elétrica, a um quilômetro do local da queda.
Por volta das 14h, o helicóptero da empresa Helisanta, de prefixo PT-HPI, modelo PH 06, se chocou contra um morro na localidade de São Sebastião, matando o piloto Everton Mocelin e os três tripulantes – Carlos Daniel Peixoto, funcionário da empresa Brochad; Paulo Arruda, funcionário do Ibama; e o mestrando da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Ângelo Buchalski.
O agricultor Gilmar Borges Viera, 29, que trabalhava perto do local disse que a hélice principal do helicóptero estava enroscada num cabo de alta tensão. Ele chegou a retirar Carlos Peixoto ainda com vida de dentro da aeronave, que logo em seguida pegou fogo.
O delegado de Anita Garibaldi Nivaldo dos Reis acredita que a aeronave tenha se chocado numa das redes de energia elétrica, localizadas a quase um quilômetro do local da queda. A estrutura mede cerca de 20 metros de altura e está situada num dos morros.
As vítimas estavam na região fazendo inspeções de rios. A área fica a quase 30 quilômetros da barragem de Barra Grande. O helicóptero decolou do aeroporto municipal de Lages por volta das 11h e levou a tripulação para Anita Garibaldi no final da manhã.
O estudante catarinense Ângelo Puchalski, o biólogo gaúcho Carlos Peixoto e o funcionário do Ibama de Brasília Paulo Roberto Arruda estavam envolvidos no projeto de resgate e preservação de uma espécie rara de bromélia, a Dychia distachia, que poderia desaparecer quando for inundada uma área de 93 quilômetros quadrados entre Anita Garibaldi (SC) e Esmeralda (RS) para a construção da Usina Hidrelétrica de Barra Grande.
A equipe participava de uma expedição (a quarta) comandada pelo Ministério do Meio Ambiente, com o objetivo de identificar uma população dessa bromélia fora da região a ser inundada pelo represamento das águas do Rio Pelotas, a partir de uma barragem de 180 metros de altura. Nessa expedição, dois grupos de pesquisadores sobrevoaram a região durante dois dias (terça e quarta).
As informações são do Diário Catarinense.
Especialistas chegam quinta ao local do acidente, em SC, para avaliar as causas
Uma equipe do Departamento de Aviação Civil (DAC) chega nesta quinta ao município de Anita Garibaldi, no Planalto Serrano catarinense, para averiguar as causas do acidente com um helicóptero. A aeronave se chocou contra um morro na tarde de quarta e matou os quatro ocupantes.
A hipótese da polícia local é que o helicóptero tenha enroscado a hélice em uma das redes de energia elétrica, a um quilômetro do local da queda.
Por volta das 14h, o helicóptero da empresa Helisanta, de prefixo PT-HPI, modelo PH 06, se chocou contra um morro na localidade de São Sebastião, matando o piloto Everton Mocelin e os três tripulantes – Carlos Daniel Peixoto, funcionário da empresa Brochad; Paulo Arruda, funcionário do Ibama; e o mestrando da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Ângelo Buchalski.
O agricultor Gilmar Borges Viera, 29, que trabalhava perto do local disse que a hélice principal do helicóptero estava enroscada num cabo de alta tensão. Ele chegou a retirar Carlos Peixoto ainda com vida de dentro da aeronave, que logo em seguida pegou fogo.
O delegado de Anita Garibaldi Nivaldo dos Reis acredita que a aeronave tenha se chocado numa das redes de energia elétrica, localizadas a quase um quilômetro do local da queda. A estrutura mede cerca de 20 metros de altura e está situada num dos morros.
As vítimas estavam na região fazendo inspeções de rios. A área fica a quase 30 quilômetros da barragem de Barra Grande. O helicóptero decolou do aeroporto municipal de Lages por volta das 11h e levou a tripulação para Anita Garibaldi no final da manhã.
O estudante catarinense Ângelo Puchalski, o biólogo gaúcho Carlos Peixoto e o funcionário do Ibama de Brasília Paulo Roberto Arruda estavam envolvidos no projeto de resgate e preservação de uma espécie rara de bromélia, a Dychia distachia, que poderia desaparecer quando for inundada uma área de 93 quilômetros quadrados entre Anita Garibaldi (SC) e Esmeralda (RS) para a construção da Usina Hidrelétrica de Barra Grande.
A equipe participava de uma expedição (a quarta) comandada pelo Ministério do Meio Ambiente, com o objetivo de identificar uma população dessa bromélia fora da região a ser inundada pelo represamento das águas do Rio Pelotas, a partir de uma barragem de 180 metros de altura. Nessa expedição, dois grupos de pesquisadores sobrevoaram a região durante dois dias (terça e quarta).
As informações são do Diário Catarinense.
Bruno Guimarães Orofino
Florianópolis-SC-BRASIL
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