Caros aeroforenses
No JB de hoje está escrito que o ACJ 319 tem pouca capacidade interna, a ponto das autoridades não poderem levar suas esposas na viagem à Itália. Além de que está com defeitos internos(ex. porta, cozinha, etc.) e terá que voltar ao fabricante para consertá-los.
Acredito que se comprassem (ou arrendassem) um Boeing seria o ideal na época da escolha (sem querer levantar polêmica aqui)...
Maurício.
Maurício, também não quero levantar polêmica, mas não entendi bem a sua colocação.
Como assim se "comprassem (ou arrendassem) um Boeing seria o ideal na época da escolha"? Não me venham com aquele enorme equívoco "Boeing é Boeing".
Só para lembrar, muitas empresas, como a British Airways, há alguns anos andaram reclamando da qualidade dos aviões da Boeing. Lembram daquele British Midland que caiu porquê a fiação estava invertida? Ou o Triple Seven da Alitalia que trincou a janela da cabine de comando? Já vi cair friso do acabamento interno de um Boeing 777 quase novo.
Os problemas que apareceram no ACJ da FAB são "perfumarias", coisas muito pequenas, detalhes. Não são coisas sérias que comprometam a segurança. Toda máquina, inclusive nova, precisa de um certo tempo para se ajustar, pode ser um carro ou um avião.
Quanto aos Boeing 767 da TransBrasil, eu acho que estão com problemas jurídicos. Já vi vários amigos do Aerofórum levantarem a possibilidade da FAB utilizá-los, mas não adianta se estão enrolados na justiça. E sabemos que não é bem assim para liberá-los.
Em relação ao vôo Brasília - Ciampino (Aeroporto Giovan Battista Pastine, segundo aeroporto de Roma, de uso militar e civil) vamos ver se foi direto ou não. Eu acredito que o ACJ da FAB pode fazer direto o vôo.
Saudações
Caravelle