PGA atribui prejuízos de 2004 ao aumento dos combustíveis
A PGA – Portugália Airlines apresentou os seus resultados de 2004. A companhia registou um resultado líquido negativo de cerca de cinco milhões de euros, devido ao aumento dos combustíveis e à redução da tarifa média.
Apesar se um aumento de 15 por cento nos proveitos totais da actividade, de 157 para 171,7 milhões de euros (11 por cento acima do orçamentado), a PGA registou um resultado líquido negativo de cerca de cinco milhões de euros. O aumento do preço dos combustíveis foi um dos principais responsáveis pelo resultado negativo, originando gastos de 7,2 milhões de euros acima do orçamentado.
Quanto ao aumento dos proveitos operacionais, ficou a dever-se a um acréscimo de 19,7 por cento no número de passageiros, que pela primeira vez na companhia ultrapassou um milhão. O load factor melhorou em 2,5 pontos percentuais, de 55,8 para 58,3 por cento, apesar de um aumento de 19,9 por cento nos lugares oferecidos por quilómetro.
Em comunicado, PGA faz notar que “se a tarifa média não tivesse decrescido cerca de cinco por cento em relação a 2003, o aumento de passageiros teria gerado uma receita de mais cerca de sete milhões de euros, invertendo o resultado de negativo para positivo”.
Em Portugal a PGA conseguiu mais dois pontos de penetração no mercado, enquanto no Reino Unido e em França a companhia duplicou a sua quota de mercado, e triplicado em Espanha. De acordo com dados da ANA, a PGA foi a companhia aérea com maior crescimento de passageiros, 18 por cento.
A companhia destaca ainda as melhorias de produtividade, tanto pela redução de custos fixos (menos 10,7 por cento), como pela redução no número de funcionários, que desceu de 77 funcionários por aeronave em 2000 para 47 actualmente, ou seja, menos 40 por cento.
01/04/200 turisver
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