BAC 1-11
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- Constellation
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- Registrado em: Seg Dez 20, 2004 09:05
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Re: BAC 1-11
Paulo, pouquíssimos ainda devem estar voando. A International TransAir Business, do Congo, possui 12 aeronaves desse tipo de vários modelos, e ainda deve voar alguns, utilizando outros como "spare parts".paulo roberto escreveu:Ainda existem BAC111 voando?
A Northrop Grumman utiliza três BAC 111, matriculados N162W, N161NG e N164W, todos antigos série -400, como plataforma de testes em voo, baseados no Aeroporto Thurgood Marshall - Baltimore-Washington International.
Parece que o Certificado de Aeronavegabilidade desses aviões já foi cancelado na Europa Ocidental, o que impossibilita, na prática, a continuidade de operações do tipo, pelo menos nos países da Comunidade Européia.
Grande abraço.

-
Marcelo Magalhães
- MASTER

- Mensagens: 1381
- Registrado em: Seg Dez 20, 2004 11:43
Re: BAC 1-11
Amigos:
Lista atualizada:
3 Northrop Grumman Systems Corp (N)
2 QinetiQ (G)
3 Tombouctou Aviation (TZ)
1 Business Jet Access (N, NAO)
Nenhum operador regular comercial.
Abraços:
Marcelo Magalhães
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2 QinetiQ (G)
3 Tombouctou Aviation (TZ)
1 Business Jet Access (N, NAO)
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Abraços:
Marcelo Magalhães
-
paulo roberto
Re: BAC 1-11
Porque alguns avioes são proibidos de voar como, Caravelle e agora BAC-111 e os DC-9-10/30 e 737-200 voam na boa!que criterio é usado?
-
Marcelo Magalhães
- MASTER

- Mensagens: 1381
- Registrado em: Seg Dez 20, 2004 11:43
Re: BAC 1-11
Paulo:
No caso do Se-210 foram fabricados apenas 280 exemplares e a maioria já estava desativada em meados dos anos 90. Além disso, o certificado de aeronavegabilidade foi cancelado em 2005, o que definitivamente "matou" a aeronave (mesmo assim, então, estavam operacionais apenas 2 exemplares na Rep. Dem. do Congo, com a Waltair).
Fora isso, o alto consumo aliado a quase inexistência de peças de reposição para motores Avon e Spey como utilzados no Caravelle e BAC-1-11, respectivamente, criam uma situação no mínimo complicada para operadores destas aeronaves, com altíssimo custo financeiro.
Não esqueça também que os B732 e Dc-9-30 ainda voam em alguma quantidade, sendo "relativamente" mais fácil de se encontrar peças de reposição para as populares PW JT8D e para a própria aeronave tb....Além do mais, foram desenvolvidos hush kits para estes motores o que os possibilitam de ainda operar em áreas de restrição de ruído...mesmo nos EUA, onde NWA e DELTA operaram até recentemente com os DC-9.
Em mercados menos desenvolvidos como Venezuela, Perú, África Central, Indonésia; os Bregas e Dc-9's ainda encontram operadores dispostos a voar com estas máquinas, mas mesmo assim, nota-se que a cada ano diminuem as células operacionais destes clássicos...
O que occorre é que o alto consumo dos reatores PW e as inúmerasa Ad's que tem de ser realizadas para manter estes aviões no ar, acabam, mais cedo ou mais tarde, também sendo um fator determinante em sua aposentadoria.
Abraços:
Marcelo Magalhães
O critério é sempre técnico-econômico...Porque alguns avioes são proibidos de voar como, Caravelle e agora BAC-111 e os DC-9-10/30 e 737-200 voam na boa!que criterio é usado?
No caso do Se-210 foram fabricados apenas 280 exemplares e a maioria já estava desativada em meados dos anos 90. Além disso, o certificado de aeronavegabilidade foi cancelado em 2005, o que definitivamente "matou" a aeronave (mesmo assim, então, estavam operacionais apenas 2 exemplares na Rep. Dem. do Congo, com a Waltair).
Fora isso, o alto consumo aliado a quase inexistência de peças de reposição para motores Avon e Spey como utilzados no Caravelle e BAC-1-11, respectivamente, criam uma situação no mínimo complicada para operadores destas aeronaves, com altíssimo custo financeiro.
Não esqueça também que os B732 e Dc-9-30 ainda voam em alguma quantidade, sendo "relativamente" mais fácil de se encontrar peças de reposição para as populares PW JT8D e para a própria aeronave tb....Além do mais, foram desenvolvidos hush kits para estes motores o que os possibilitam de ainda operar em áreas de restrição de ruído...mesmo nos EUA, onde NWA e DELTA operaram até recentemente com os DC-9.
Em mercados menos desenvolvidos como Venezuela, Perú, África Central, Indonésia; os Bregas e Dc-9's ainda encontram operadores dispostos a voar com estas máquinas, mas mesmo assim, nota-se que a cada ano diminuem as células operacionais destes clássicos...
O que occorre é que o alto consumo dos reatores PW e as inúmerasa Ad's que tem de ser realizadas para manter estes aviões no ar, acabam, mais cedo ou mais tarde, também sendo um fator determinante em sua aposentadoria.
Abraços:
Marcelo Magalhães
-
EduardoJoseDias
- PC

- Mensagens: 141
- Registrado em: Qua Jan 27, 2010 21:56
Re: BAC 1-11
Muitas saudades dessa aeronave, presença histórica em Congonhas. O "pantera cor de rosa" da Transbrasil era o mais legal! Gostava quando ligavam os moteres ( UUUUUUUUUUUUUUUUU ) ...
O ronco dos motores eram um problema para os vidros das janelas das residências de Congonhas, Jabaquara e adjacências!
O ronco dos motores eram um problema para os vidros das janelas das residências de Congonhas, Jabaquara e adjacências!
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Francisco - CGR
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Re: BAC 1-11
E ainda há quem reclame dos Boeings e "Airbuses" hoje...EduardoJoseDias escreveu:Muitas saudades dessa aeronave, presença histórica em Congonhas. O "pantera cor de rosa" da Transbrasil era o mais legal! Gostava quando ligavam os moteres ( UUUUUUUUUUUUUUUUU ) ...
O ronco dos motores eram um problema para os vidros das janelas das residências de Congonhas, Jabaquara e adjacências!
Viva para aprender, na aviação, aprenda para viver
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