VarigLog suspende sua operação
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VarigLog suspende sua operação
Valor Econômico
03/02/2012
VarigLog suspende sua operação
Por Alberto Komatsu | De São Paulo
A VarigLog, a maior empresa de transporte aéreo de cargas do país na época em que pertencia à antiga Varig, até meados de 2005, suspendeu na quarta-feira as suas atividades e ajuizou uma petição judicial para apresentar um novo plano de recuperação judicial. A empresa deixou de operar por causa de sucessivos prejuízos mensais e tem uma passivo estimado pelo mercado em ao menos R$ 450 milhões, considerando-se números de meados de 2009.
A ideia é realizar uma assembleia de credores para apresentar um novo plano de reestruturação. O objetivo é realizar a venda da marca e de ativos para pagar seus credores. A data desse encontro ainda é incerta. A VarigLog tem 400 funcionários e operava voos diários para as regiões Norte e Nordeste com quatro aviões.
"A VarigLog vai apresentar um novo plano de recuperação judicial e mencionou na petição a venda de uma unidade produtiva isolada. Não posso falar de data ainda pois o plano ainda não foi apresentado", afirmou o juiz titular da 1ª Vara de Falências de São Paulo, Daniel Carnio Costa. Segundo o juiz, a VarigLog ainda deve sugerir uma data, que será analisada por ele.
Em um curto comunicado, a VarigLog informou que "está pleiteando nova assembleia de credores junto à 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo, e que está suspendendo as suas operações". O Valor pediu uma entrevista com a presidente da empresa, Lup Wai Ohira, mas ela não se pronunciou.
Lup adquiriu a VarigLog pelo valor simbólico de US$ 100. O negócio foi fechado em agosto de 2009, por meio da Velog Corporation, uma offshore com sede no Panamá, de propriedade dela. O vendedor foi o fundo de investimentos americano Matlin Patterson, cujo principal representante no Brasil era Lap Chan, irmão de Lup.
Nessa mesma época, o empresário German Efromovich, principal acionista do Grupo Synergy, firmou um compromisso de comprar a VarigLog por US$ 100 mil, caso os credores oferecessem um desconto de 90% dos créditos que tinham a receber. O Synergy controla a Avianca-Taca e a Avianca Brasil, antiga Oceanair. Efromovich informou que desistiu do negócio no ano passado.
"Se o juiz [da 1ª Vara de Falências] seguir a lei, ele deve definir a falência. Para os trabalhadores seria melhor assim, porque aí acaba essa novela", diz o advogado de credores trabalhistas da VarigLog, Carlos Duque Estrada. Segundo ele, a partir do momento em que entrou em recuperação judicial, a VarigLog tinha 12 meses para pagar os credores trabalhistas, o que não aconteceu.
A VarigLog está em recuperação judicial desde junho de 2009, quando a 1ª Vara de Falências de São Paulo aprovou o plano de recuperação judicial da companhia, mesmo após uma assembleia de credores ter optado pela falência.
Vinte e dois dias depois, o Tribunal de Justiça de São Paulo suspendeu a recuperação judicial da VarigLog a pedido de um de seus maiores credores, a Atlantic Aviation Investments, subsidiária integral da chilena LAN. A LAN, que está em processo de fusão com a TAM, foi procurada, mas não se pronuncia sobre esse tema.
A Atlantic alegou, em 2009, que a recuperação judicial não poderia ter sido ser aprovada porque foi rejeitada pela maioria dos credores. Em maio de 2010, porém, o próprio TJ aprovou a continuidade do processo de reestruturação judicial da VarigLog.
Em meados de 2005, a VarigLog foi adquirida pela Volo do Brasil, que era uma parceria entre três investidores brasileiros e o fundo Matlin Patterson.
Em 2006, o processo de recuperação judicial da Varig fez uma cisão da companhia em duas: a marca Varig sem os passivos e a empresa com os passivos permaneceria em recuperação judicial, com a bandeira Flex.
No meio desse processo, a própria VarigLog comprou a parte boa da Varig por US$ 24 milhões. O negócio foi feito por meio de um leilão judicial realizado em julho de 2006, com o compromisso de investir quase US$ 500 milhões na companhia. Em março de 2007, a VarigLog revendeu a Varig para a Gol Linhas Aéreas, por US$ 320 milhões.
Como parte do pagamento, a VarigLog recebeu 6 milhões de ações da Gol em março de 2007. Naquela época, essa quantidade de papéis representava 9% das ações da Gol em circulação no mercado. Em dezembro de 2009, a Justiça liberou a venda dessas ações, pois elas estavam bloqueadas desde abril do ano anterior.
A VarigLog levantou R$ 30,3 milhões com a venda das ações da Gol. Em janeiro de 2010, a Justiça autorizou o uso desse dinheiro. Naquela ocasião, a VarigLog não usou os recursos para pagar os seus credores. O dinheiro foi destinado para amortizar as despesas correntes da operação da companhia e os custos da recuperação judicial.
Fonte: Boletim do SNA, de 03/02/12
03/02/2012
VarigLog suspende sua operação
Por Alberto Komatsu | De São Paulo
A VarigLog, a maior empresa de transporte aéreo de cargas do país na época em que pertencia à antiga Varig, até meados de 2005, suspendeu na quarta-feira as suas atividades e ajuizou uma petição judicial para apresentar um novo plano de recuperação judicial. A empresa deixou de operar por causa de sucessivos prejuízos mensais e tem uma passivo estimado pelo mercado em ao menos R$ 450 milhões, considerando-se números de meados de 2009.
A ideia é realizar uma assembleia de credores para apresentar um novo plano de reestruturação. O objetivo é realizar a venda da marca e de ativos para pagar seus credores. A data desse encontro ainda é incerta. A VarigLog tem 400 funcionários e operava voos diários para as regiões Norte e Nordeste com quatro aviões.
"A VarigLog vai apresentar um novo plano de recuperação judicial e mencionou na petição a venda de uma unidade produtiva isolada. Não posso falar de data ainda pois o plano ainda não foi apresentado", afirmou o juiz titular da 1ª Vara de Falências de São Paulo, Daniel Carnio Costa. Segundo o juiz, a VarigLog ainda deve sugerir uma data, que será analisada por ele.
Em um curto comunicado, a VarigLog informou que "está pleiteando nova assembleia de credores junto à 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo, e que está suspendendo as suas operações". O Valor pediu uma entrevista com a presidente da empresa, Lup Wai Ohira, mas ela não se pronunciou.
Lup adquiriu a VarigLog pelo valor simbólico de US$ 100. O negócio foi fechado em agosto de 2009, por meio da Velog Corporation, uma offshore com sede no Panamá, de propriedade dela. O vendedor foi o fundo de investimentos americano Matlin Patterson, cujo principal representante no Brasil era Lap Chan, irmão de Lup.
Nessa mesma época, o empresário German Efromovich, principal acionista do Grupo Synergy, firmou um compromisso de comprar a VarigLog por US$ 100 mil, caso os credores oferecessem um desconto de 90% dos créditos que tinham a receber. O Synergy controla a Avianca-Taca e a Avianca Brasil, antiga Oceanair. Efromovich informou que desistiu do negócio no ano passado.
"Se o juiz [da 1ª Vara de Falências] seguir a lei, ele deve definir a falência. Para os trabalhadores seria melhor assim, porque aí acaba essa novela", diz o advogado de credores trabalhistas da VarigLog, Carlos Duque Estrada. Segundo ele, a partir do momento em que entrou em recuperação judicial, a VarigLog tinha 12 meses para pagar os credores trabalhistas, o que não aconteceu.
A VarigLog está em recuperação judicial desde junho de 2009, quando a 1ª Vara de Falências de São Paulo aprovou o plano de recuperação judicial da companhia, mesmo após uma assembleia de credores ter optado pela falência.
Vinte e dois dias depois, o Tribunal de Justiça de São Paulo suspendeu a recuperação judicial da VarigLog a pedido de um de seus maiores credores, a Atlantic Aviation Investments, subsidiária integral da chilena LAN. A LAN, que está em processo de fusão com a TAM, foi procurada, mas não se pronuncia sobre esse tema.
A Atlantic alegou, em 2009, que a recuperação judicial não poderia ter sido ser aprovada porque foi rejeitada pela maioria dos credores. Em maio de 2010, porém, o próprio TJ aprovou a continuidade do processo de reestruturação judicial da VarigLog.
Em meados de 2005, a VarigLog foi adquirida pela Volo do Brasil, que era uma parceria entre três investidores brasileiros e o fundo Matlin Patterson.
Em 2006, o processo de recuperação judicial da Varig fez uma cisão da companhia em duas: a marca Varig sem os passivos e a empresa com os passivos permaneceria em recuperação judicial, com a bandeira Flex.
No meio desse processo, a própria VarigLog comprou a parte boa da Varig por US$ 24 milhões. O negócio foi feito por meio de um leilão judicial realizado em julho de 2006, com o compromisso de investir quase US$ 500 milhões na companhia. Em março de 2007, a VarigLog revendeu a Varig para a Gol Linhas Aéreas, por US$ 320 milhões.
Como parte do pagamento, a VarigLog recebeu 6 milhões de ações da Gol em março de 2007. Naquela época, essa quantidade de papéis representava 9% das ações da Gol em circulação no mercado. Em dezembro de 2009, a Justiça liberou a venda dessas ações, pois elas estavam bloqueadas desde abril do ano anterior.
A VarigLog levantou R$ 30,3 milhões com a venda das ações da Gol. Em janeiro de 2010, a Justiça autorizou o uso desse dinheiro. Naquela ocasião, a VarigLog não usou os recursos para pagar os seus credores. O dinheiro foi destinado para amortizar as despesas correntes da operação da companhia e os custos da recuperação judicial.
Fonte: Boletim do SNA, de 03/02/12
Emerson Signoberto Daniel
SBLO/LDB
"Aprenda sempre com os erros dos outros, pois, você não terá tempo para repetir todos"
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adenilson707
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Re: VarigLog suspende sua operação
menos uma cargueira
"Não dizem que o céu não tem fim? Te afirmo, não tem." - Varig
Quando um avião da Panair está chegando em qualquer aeroporto do mundo, é a própria bandeira do Brasil que tremula em terras distantes
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Augusto Bilhalva Goulart
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Re: VarigLog suspende sua operação
Incrivel! Não sobreviveu nenhuma empresa do grupo VARIG. Achei que a VLog iria dar a volta por cima, salvando ao menos o nome VARIG, para os saudosos. Lamento.
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Augusto Bilhalva Goulart
- CMTE.

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Re: VarigLog suspende sua operação
Petição Judicial de 01/02/12
http://variglog.com/anexo-1.pdf" onclick="window.open(this.href);return false;
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Afonso
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Re: VarigLog suspende sua operação
A carga aérea está bombando, se mesmo assim a cia não se encontra é pq a administração da empresa está pecando em alguma coisa.
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moises Propp
- MASTER

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- Contato:
Re: VarigLog suspende sua operação
Olá amigos,
só com o dinheiro penhorado, já dava para pagar quase todos os funcionarios,
mas como nossa justiça não exite, para não dizer lenta, não querendo ofender
as tartarugas, vaí sumir o dinheiro, se eu fosse do sindicato do aeroviarios,
com certeza juntaria todos os ex-funcionarios da Transbrasil,Vasp, Varig e outras
e entraria contra o governo por perdas e danos, pois quem é responsavel pelo
salarios dos juizes e o governo, então, são empregados , como toda empresa é
responsavel pelos atos de seus funcionarios, ela deveria pagar a conta !
sds,
Moises Propp
só com o dinheiro penhorado, já dava para pagar quase todos os funcionarios,
mas como nossa justiça não exite, para não dizer lenta, não querendo ofender
as tartarugas, vaí sumir o dinheiro, se eu fosse do sindicato do aeroviarios,
com certeza juntaria todos os ex-funcionarios da Transbrasil,Vasp, Varig e outras
e entraria contra o governo por perdas e danos, pois quem é responsavel pelo
salarios dos juizes e o governo, então, são empregados , como toda empresa é
responsavel pelos atos de seus funcionarios, ela deveria pagar a conta !
sds,
Moises Propp
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José Paulo
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Re: VarigLog suspende sua operação
Gostaria de saber:
No mercado interno, ainda é viável criar uma empresa com cargueiros puros, diante da concorrência das cias. de passageiros que utilizam seus porões?
Porque vi a TAM remanejar um de seus B773 para a rota GRU-MAO (no período após o voo para a Europa), justamente por causa do porão.
No mercado interno, ainda é viável criar uma empresa com cargueiros puros, diante da concorrência das cias. de passageiros que utilizam seus porões?
Porque vi a TAM remanejar um de seus B773 para a rota GRU-MAO (no período após o voo para a Europa), justamente por causa do porão.
- Constellation
- Moderador

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Re: VarigLog suspende sua operação
Jose Paulo,José Paulo escreveu:Gostaria de saber:
No mercado interno, ainda é viável criar uma empresa com cargueiros puros, diante da concorrência das cias. de passageiros que utilizam seus porões?
Porque vi a TAM remanejar um de seus B773 para a rota GRU-MAO (no período após o voo para a Europa), justamente por causa do porão.
Demanda existe. Carga aérea é um negócio que dá muito dinheiro. Mas, no Brasil, parece que o negócio não deslancha, por motivos que vão desde utilização de aeronaves muito antigas e pouco rentáveis, contratos cheios de maracutaias com órgãos e empresas públicas e poucos terminais de carga. No Brasil, existe ainda a cultura do transporte por caminhão.
Grande abraço.

-
Afonso
- Moderador

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Re: VarigLog suspende sua operação
Eu que o dia, pessoal prefere uma mercadoria levando 30 dias para Manaus de caminhão do que levar horas para chegar em Manaus de avião.Constellation escreveu:José Paulo escreveu:Gostaria de saber:
No Brasil, existe ainda a cultura do transporte por caminhão.
O que vale é o preço
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Uiliam Hahn Biegelmeyer
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Re: VarigLog suspende sua operação
Jonas
Vc tem razão na concorrência do caminhão. Eu trabalho no ramo de transportes e tenho contato com motoristas. Outro dia aparecu um lá na empresa solicitando emprego e me informou que trabalhava em uma empresa de carga aérea aqui em CXJ. Ele dirije um pequeno caminhão que liga Caxias a SP diariamente. Levam pequenos volumes que a principio deveriam ser levados por avião. O cliente quando contrata o serviço na agência é cobrado por um serviço aéreo e acredita que sua carga ou encomenda viaje de avião. Mas na verdade toda a carga é colocada em um caminhão que tem 11 horas para chegar em SP. Sai no final da tarde precisa estar na capital paulista no inicio da manhã. É uma loucura!!!!! Velocidade média de 100km/h em um caminhão cruzando a serra gaúcha e catarinense. Não existe concorrência na realidade pois devem trabalhar com tarifa menor que a carga aéra,mas muito maior do que uma tranp normal.
Durma-se com um barulho desses!!!
Vc tem razão na concorrência do caminhão. Eu trabalho no ramo de transportes e tenho contato com motoristas. Outro dia aparecu um lá na empresa solicitando emprego e me informou que trabalhava em uma empresa de carga aérea aqui em CXJ. Ele dirije um pequeno caminhão que liga Caxias a SP diariamente. Levam pequenos volumes que a principio deveriam ser levados por avião. O cliente quando contrata o serviço na agência é cobrado por um serviço aéreo e acredita que sua carga ou encomenda viaje de avião. Mas na verdade toda a carga é colocada em um caminhão que tem 11 horas para chegar em SP. Sai no final da tarde precisa estar na capital paulista no inicio da manhã. É uma loucura!!!!! Velocidade média de 100km/h em um caminhão cruzando a serra gaúcha e catarinense. Não existe concorrência na realidade pois devem trabalhar com tarifa menor que a carga aéra,mas muito maior do que uma tranp normal.
Durma-se com um barulho desses!!!
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José Paulo
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Re: VarigLog suspende sua operação
Caminhão é difícil de fiscalizar ...
Mas acho que falta de infraestrutura é o problema principal. Meu irmão engenheiro agrônomo trabalha na vigilância sanitária da aduana e, aqui em São Paulo, só existem dois polos que recebem toda a carga aérea vinda do exterior: um em GRU e outro em Sumaré (este recebendo VCP e carga terrestre e naval). Ele conta que é um sufoco, principalmente em GRU de manhã, quando chegam os voos da Europa: todo mundo tem pressa na liberação de produtos, por causa das altas taxas alfandegárias.
[em OFF] Já o melhor meio de passar produtos acima do teto de isenção é .......... por navio de passageiros. Não há fiscalização ...

Mas acho que falta de infraestrutura é o problema principal. Meu irmão engenheiro agrônomo trabalha na vigilância sanitária da aduana e, aqui em São Paulo, só existem dois polos que recebem toda a carga aérea vinda do exterior: um em GRU e outro em Sumaré (este recebendo VCP e carga terrestre e naval). Ele conta que é um sufoco, principalmente em GRU de manhã, quando chegam os voos da Europa: todo mundo tem pressa na liberação de produtos, por causa das altas taxas alfandegárias.
[em OFF] Já o melhor meio de passar produtos acima do teto de isenção é .......... por navio de passageiros. Não há fiscalização ...
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Augusto Bilhalva Goulart
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Re: VarigLog suspende sua operação
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012VARIGLOG SUSPENDE SEUS VOOS CARGUEIROS
Lembram estes nomes ? Volo do Brasil,três acionistas brasileiros,fundo de investimentos Matlin Patterson,seu representante Lap Chan,Lup WaiOhira (irmã de Lap),presidenta da VarigLog ? Pois bem ,parece que chegamos ao fim da comédia montada pela VarigLog chino-brasileira,que teve início em 2006 quando adquiriu a parte boa da "velha" Varig por US$ 24 milhões em leilão judicial( e deixou a parte "podre", com as dívidas para a Flex) para depois revende-la à Gol por US$ 320 milhões.
Nos últimos 5 anos a "nova" VarigLog,que aos tempos da verdadeira Varig era a maior empresa cargueira do Brasil, teve brigas internas,acusações,intervenções judiciárias, tentativas de conquistar participação no mercado : agora,em 1º de fevereiro de 2012, ela anunciou a suspensão de suas atividades,prometendo apresentar um novo plano de recuperação judicial.Mas antes a empresa deve se entender com seus credores,pois enquanto boa parte dos 320 milhões de dólares foi para a Suíça,aqui ficaram apenas os 6 milhões de ações que a Gol deu em pagamento parcial e que em 2009 foram vendidas por R$ 30,3 milhões.Desde então a VarigLog acumulou prejuízos e estaria com um passivo superior a R$ 450 milhões.Agora quer vender a ainda prestigiosa marca e os ativos que possui.Se houver autorização do Juiz, haverá nova assembléia com os credores,com as habituais promessas de pagamento,tão logo a situação melhorar.O mesmo blá-blá que manteve ativa a Flex,mas que nunca lhe permitiu de pagar alguma das dívidas da velha Varig, que lhe foram repassadas.
Em recuperação judicial desde 2009,a VarigLog não utilizou o dinheiro obtido com a venda de ações da Gol para pagar os credores e agora solicitou à 1ª Vara de Falência de São Paulo que lhe seja concedida a oportunidade de apresentar um novo plano de recuperação,que evitaria ações judiciais e lhe permitiria de sobreviver por mais algum tempo.Entretanto, seus cerca de 400 funcionários ,suas operações diárias com quatro aeronaves e seus credores ficaram stand-by.Sem presente e sem futuro promissor.
Postado por Your Aeroconsult daily info às 20:14
Lembram estes nomes ? Volo do Brasil,três acionistas brasileiros,fundo de investimentos Matlin Patterson,seu representante Lap Chan,Lup WaiOhira (irmã de Lap),presidenta da VarigLog ? Pois bem ,parece que chegamos ao fim da comédia montada pela VarigLog chino-brasileira,que teve início em 2006 quando adquiriu a parte boa da "velha" Varig por US$ 24 milhões em leilão judicial( e deixou a parte "podre", com as dívidas para a Flex) para depois revende-la à Gol por US$ 320 milhões.
Nos últimos 5 anos a "nova" VarigLog,que aos tempos da verdadeira Varig era a maior empresa cargueira do Brasil, teve brigas internas,acusações,intervenções judiciárias, tentativas de conquistar participação no mercado : agora,em 1º de fevereiro de 2012, ela anunciou a suspensão de suas atividades,prometendo apresentar um novo plano de recuperação judicial.Mas antes a empresa deve se entender com seus credores,pois enquanto boa parte dos 320 milhões de dólares foi para a Suíça,aqui ficaram apenas os 6 milhões de ações que a Gol deu em pagamento parcial e que em 2009 foram vendidas por R$ 30,3 milhões.Desde então a VarigLog acumulou prejuízos e estaria com um passivo superior a R$ 450 milhões.Agora quer vender a ainda prestigiosa marca e os ativos que possui.Se houver autorização do Juiz, haverá nova assembléia com os credores,com as habituais promessas de pagamento,tão logo a situação melhorar.O mesmo blá-blá que manteve ativa a Flex,mas que nunca lhe permitiu de pagar alguma das dívidas da velha Varig, que lhe foram repassadas.
Em recuperação judicial desde 2009,a VarigLog não utilizou o dinheiro obtido com a venda de ações da Gol para pagar os credores e agora solicitou à 1ª Vara de Falência de São Paulo que lhe seja concedida a oportunidade de apresentar um novo plano de recuperação,que evitaria ações judiciais e lhe permitiria de sobreviver por mais algum tempo.Entretanto, seus cerca de 400 funcionários ,suas operações diárias com quatro aeronaves e seus credores ficaram stand-by.Sem presente e sem futuro promissor.
Postado por Your Aeroconsult daily info às 20:14