Boeing negocia aquisição da Embraer

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Boeing negocia aquisição da Embraer

Mensagempor AeroEntusiasta » Qui Dez 21, 2017 15:17

Boeing negocia aquisição da Embraer, diz jornal americano

Rumores sobre o negócio fizeram as ações da Embraer dispararem mais de 20% na bolsa de valores de Nova York.

A fabricante de aeronaves americana Boeing está negociando a compra da Embraer, de acordo com o jornal americano Wall Street Journal. Uma eventual fusão entre as duas empresas criaria uma gigante global de aviação mundial, com forte atuação nos segmentos de longa distância e na aviação regional, e capaz de fazer frente à uma união similar entre as concorrentes Airbus e Bombardier.

O G1 entrou em contato com a Boeing e Embraer e aguarda posicionamento.

De acordo com o jornal americano, as empresas aguardam a posição do governo brasileiro sobre o negócio. A União tem uma ação de classe especial que dá poder de veto em decisões estratégicas da Embraer. Isso ocorre porque a empresa nasceu como estatal e foi privatizada nos anos 90.

O acordo envolveria um prêmio alto para os atuais acionistas da Embraer, segundo o Wall Street Journal. Atualmente, a Embraer tem um valor de mercado de cerca de US$ 3,7 bilhões.

Os rumores sobre o negócio fizeram as ações da Embraer dispararem na bolsa de valores de Nova York nesta quinta-feira (21). Os ADRs (papéis de empresas estrangeiras negociados nas bolsas americanas) da Embraer subiam cerca de 22% por volta de 15h30.

Tendência de consolidação

As supostas discussões entre Boeing e Embraer ocorrem meses após as suas principais concorrentes, a europeia Airbus e a canadense Bombardier, unirem esforços. A Airbus comprou uma participação majoritária na produção do modelo C-Series, uma família de aeronaves de médio alcance, com capacidade de transportar entre 100 e 150 pessoas, concorrente direta dos jatos da Embraer.

A Airbus e a Boeing são as principais fabricantes de aeronaves comerciais para voos de longa distância. Já a Embraer e a Bombardier lideram o mercado de jatos regionais, com aeronaves equipadas para voar distâncias menores.

Boeing e Embraer já são parceiras em diversos projetos. Elas anunciaram neste ano um acordo para venda e suporte técnico do novo cargueiro da Embraer, o KC-390. As duas empresas mantêm um centro de pesquisas conjunto sobre biocombustíveis para aviação em São José dos Campos desde 2015.

https://g1.globo.com/economia/noticia/b ... cano.ghtml
Sem mais.

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Re: Boeing negocia aquisição da Embraer

Mensagempor Electra » Qui Dez 21, 2017 20:22

Não é de hj que evito me manifestar aqui no fórum sobre assuntos que extrapolam a aviação mas, diante dessa notícia, não consigo ficar calado: meeeedo, mt medo!
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Re: Boeing negocia aquisição da Embraer

Mensagempor Electra » Qui Dez 21, 2017 20:43

Temer descarta venda de controle da Embraer, diz jornal

Segundo o jornal, Temer afirmou em reunião com o ministro da Defesa e com o comandante da FAB: "No meu governo a Embraer jamais será vendida"

São Paulo – O presidente Michel Temer descartou nesta quinta-feira a possibilidade de a Embraer ter seu controle vendido após a fabricante de aeronaves brasileira anunciar que está em tratativas com a norte-americana Boeing para a combinação de seus negócios, disse o jornal Folha de S.Paulo.
De acordo com o jornal, Temer afirmou em reunião com o ministro da Defesa, Raul Jungmann, e com o comandante da Força Aérea Brasileira (FAB), brigadeiro Nivaldo Rossato: “No meu governo a Embraer jamais será vendida”.
O governo brasileiro tem uma golden share na Embraer que lhe dá poder de veto a uma eventual troca de controle acionário da companhia.

Fonte: EXAME - https://exame.abril.com.br/negocios/tem ... iz-jornal/
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Re: Boeing negocia aquisição da Embraer

Mensagempor Electra » Qui Dez 21, 2017 20:44

Provavelmente, a Aeronáutica fez pressão... Ainda bem!
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Re: Boeing negocia aquisição da Embraer

Mensagempor Fernando C. Milke » Sex Dez 22, 2017 17:55

Notícias >> Economia
22/12/2017 15:02 Atualização: 16:05

Boeing poderá se limitar à compra de 35% da Embraer

Governo brasileiro não tem interesse em aprovar a venda da fabricante de aeronaves para sua rival

A Boeing poderá ter que se contentar a ficar com uma fatia de 35% da Embraer. Partindo da premissa de que o governo não tem interesse de aprovar a venda da fabricante de aeronaves para sua rival, dada a ligação da companhia à segurança nacional e o desgaste político que enfrentaria ao dar aval para a transação, a companhia americana poderá se satisfazer com a participação máxima permitida em estatuto, sem que a bênção do governo para o negócio seja necessária.

No Estatuto Social da Embraer, no artigo 54, está previsto que qualquer acionista, ou grupo de acionistas, que adquira 35% ou mais do total das ações da empresa terá que submeter a transação à União, para que possa realizar uma oferta pública de ações para aquisição da totalidade das ações de emissão da companhia.

O governo tem o poder de barrar, neste momento, a negociação por conta da golden share, que nada mais é do que uma ação de classe especial que é retida pelo poder público após uma privatização. Se for permitida que a oferta pública aconteça, a integralidade da companhia poderá ir para as mãos da Boeing, visto que dependerá de cada acionista da Embraer a decisão de aceitar ou não o valor por ação ofertado pela Boeing, preço que tende a ser atrativo.

A maior parte da fatia da União na empresa é via o braço de participações do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o BNDESPar, que possui pouco mais de 5% da companhia. A Embraer é uma corporation, ou seja, tem capital pulverizado, sendo que além do BNDESPar, estão entre os principais acionistas a gestora americana Brandes, como a maior acionista individual, com 15% do total, a Mondrian, com cerca de 14%, e a gestora BlackRock, com outros 5%. Os demais 64,5% estão dispersos no mercado. Além de ações listadas na bolsa brasileira, a Embraer possui ADRs na Bolsa de Nova York, que são recibos de ações estrangeiras, sendo que 51% estão concentradas na Nyse e 53% na B3.

Embora as informações publicadas até agora deem conta de que, para ajudar a atrair o governo brasileiro, a Boeing estaria disposta a tomar medidas para proteger a marca da Embraer, sua gestão e empregos, e ainda a estruturar um acordo de forma a proteger os interesses do governo em relação aos negócios ligados ao setor de defesa, a avaliação é de que a atuação no segmento de Defesa e Segurança pode ser considerada o fator mais limitador para aceitar a transação. Nessa área, além da fabricação da aeronave de ataque leve e treinamento (Super Tucano) e do cargueiro multimissão (KC-390), a empresa também atua com fornecimento de soluções de Comando e Controle, radares, sistemas de monitoramento e vigilância de fronteiras. O desenvolvimento tecnológico e a produção de equipamentos militares realizados pela empresa são considerados pelo próprio governo assuntos sensíveis.

Por isso, diferente da venda de outras participações em empresas, neste caso tende a pesar na decisão final do governo não só a avaliação da equipe econômica para a transação como também a opinião do Ministério da Defesa. Mas mesmo do ponto de vista econômico, a aprovação pode não ter um apelo tão grande, dado que o resultado financeiro que trará para o Tesouro Nacional não tende a ter grande reflexo nas contas públicas.

Na visão do Credit Suisse, o "orgulho nacional" é uma variável importante a ser considerada na operação, e que poderá determinar a estrutura dos arranjos entre as fabricantes. "Nós acreditamos que as joint ventures podem ser preferíveis em algumas circunstâncias em relação a fusões completas, com as partes continuando a ter posse de suas presenças nacionais", escrevem Robert Spingarn, Jose Caiado e Audrey Preston.

Embora acreditem que uma compra da Embraer pela Boeing estaria alinhada a um movimento em direção a uma maior consolidação do mercado, seguindo os passos do acordo entre Airbus e Bombardier no programa C-Series, os analistas do Credit Suisse também veem sentido em alianças estratégicas e arranjos entre fabricantes especializadas em pequenas e grandes aeronaves, tendo em vista o caráter complementar (e não de sobreposição) dessas operações em termos de portfólio.

O BTG Pactual também nota que alguns arranjos poderiam eliminar a necessidade do aval do governo, como acordos que envolvessem somente a família dos E-Jets. "O segmento de Defesa teria maiores restrições", comenta a equipe do banco.

Pete Skibitski, do banco de investimentos Drexel Hamilton, ressalta que nunca enxergou a Embraer como candidata a uma possível venda, justamente por causa das golden shares detidas pelo governo brasileiro. "Uma companhia com o alcance global da Boeing poderia ser vista com aprovação pelo governo brasileiro?", questiona.

CORREIO DO POVO

http://www.correiodopovo.com.br/Noticia ... da-Embraer
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Re: Boeing negocia aquisição da Embraer

Mensagempor Electra » Qui Dez 28, 2017 23:12

Jungmann diz que governo também descarta divisão da Embraer para venda à Boeing

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, voltou a dizer que o governo brasileiro não se opõe a uma eventual parceria comercial entre a Embraer e qualquer outra fabricante de aeronaves internacional, mas que a manutenção do controle acionário da empresa brasileira é uma questão de preservação da soberania nacional.
Além disso, a hipótese de a empresa ser dividida entre produção de aviões comerciais e militares, a fim de permitir a venda de uma parte dela que não inclua os projetos de defesa, também está fora de cogitação do governo, segundo afirmou.
A Embraer investe na construção de aviões militares, como o cargueiro KC-390 Divulgacao Embraer - Todos Direitos Rerservados
“Há um núcleo da empresa, o de defesa, que é inalienável, porque aí tem soberania nacional, projeto nacional autônomo. Esta é a nossa preocupação, a do presidente Temer, do Ministério da Defesa e da FAB [Força Aérea Brasileira]. Fora esse aspecto, não nos diz respeito. Se é fusão, participação, articulação, é um problema do conselho de administração da Embraer”, comentou Jungmann.
O ministro lembrou que a empresa desenvolve inúmeros projetos de interesse estratégico para o país, como o sistema de controle espacial brasileiro; a arquitetura do Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron) e o reator multipropósito que será usado no projeto do submarino nuclear brasileiro.
“A Embraer é o coração de um cluster [uma zona que concentra empresas integradas entre si] de tecnologia, inovação e conhecimento. Nenhum país do mundo abre mão do controle de uma empresa como esta”, declarou o ministro.

Golden share

Desde que a Embraer foi privatizada, em 1994, o governo brasileiro detém uma ação, a chamada golden share, que lhe concede poder de vetar várias decisões, como uma eventual proposta de venda ou fusão da companhia; a interrupção de projetos militares; e a exportação de tecnologia sem a anuência do governo.
O ministro disse que, mantido o controle acionário nacional, não é contrário à fusão da fabricante nacional com outra internacional, já que isso estaria em consonância com o processo de concentração verificado no mercado mundial.
Jungmann revelou que o governo já solicitou ao seu representante no conselho de administração da Embraer que solicite informações sobre as eventuais conversas entre representantes da empresa e da norte-americana Boeing. A razão, segundo o ministro, é que o estatuto da companhia estabelece que qualquer negociação que atinja os direitos do governo brasileiro deve ser previamente comunicada ao Ministério da Defesa – o que, segundo o ministro, não ocorreu.
“Não estou afirmando que isso ocorreu [negociação], mas se aconteceu qualquer avanço de sinal, vamos querer esclarecimentos”, acrescentou Jungmann.
No último dia 22, o presidente Michel Temer já tinha se posicionado contrariamente à possibilidade de a Embraer ser vendida à Boeing. “Toda parceria é bem-vinda. O que não está em cogitação é a transferência do controle”, disse Temer na ocasião.
Na véspera, as duas empresas haviam informado, por meio de um comunicado conjunto publicado pela Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos, que estão negociando uma “potencial combinação” comercial cujas bases ainda não estavam definidas e cuja evolução não está garantida. “Não há garantias de que estas discussões resultarão em uma transação”, informava o texto.

Fonte - Agencia Brasil - http://www.jb.com.br/pais/noticias/2017 ... -a-boeing/
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Re: Boeing negocia aquisição da Embraer

Mensagempor Electra » Qua Jan 03, 2018 11:29

Proposta da Boeing inclui divisão militar da Embraer

Governo nega que perderá o controle nacional da empresa

A proposta da Boeing para se associar a fabricante brasileira de aviões Embraer não se restringe apenas à área de aviação comercial e inclui a divisão de defesa da empresa.
De acordo com o jornal "Folha de São Paulo" desta terça-feira (2), a companhia norte-americana está segura de que vai comprovar ao governo brasileiro que a autonomia, independência e segredos estratégicos da Embraer serão garantidos e preservados.
Além disso, segundo a publicação, a Boeing também vai apresentar alguns exemplos de parcerias internacionais que oferecem salvaguardas de soberania aos países.
O objetivo da Boeing é que a parceira ajude a empresa a complementar a carteira de produtos, incrementar as plataformas de vendas e serviços, além de desenvolver novos produtos.
No entanto, o governo brasileiro diz que vetará a perda de controle nacional da empresa devido à sua importância estratégica na área militar. O presidente Michel Temer, inclusive, chegou a afirmar que a venda da Embraer estava "fora de cogitação".
As negociações para uma associação entre as duas fabricantes de aviões foram reveladas no último dia 21 de dezembro, inicialmente pelo jornal "The Wall Street Journal". Na ocasião, a Embraer confirmou a negociação.

Fonte - Agência ANSA - http://www.jb.com.br/economia/noticias/ ... a-embraer/
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Re: Boeing negocia aquisição da Embraer

Mensagempor Electra » Qui Jan 04, 2018 23:10

Embraer nega que venda de setor de defesa afetará soberania nacional

A Embraer afirmou nesta quarta-feira (3) que uma possível venda de seu setor de defesa para a Boeing não irá afetar a segurança nacional. As informações são da Folha da S. Paulo.
A afirmação sobre as implicações de uma venda para a Boeing foi prestada à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), órgão responsável por regular o mercado de ações. Uma possível venda da Embraer é discutida desde o fim de 2017 e nesta semana foi divulgado que o interesse da Boeing também incluí o setor de defesa.
Projetos sensíveis como o futuro submarino nuclear do Brasil e a vigilância das fronteiras nacionais contam com a participação da Embraer, o que fez levantar suspeitas sobre a viabilidade de uma venda para uma empresa dos Estados Unidos.
Criada como uma companhia estatal em 1969, o Governo Federal tem a chamada "golden share" na Embraer, ou seja, vendas que ultrapassem 35% precisam de autorização da União. O presidente Michel Temer (PMDB) disse que não irá permitir uma mudança no controle acionário da companhia.
"A eventual combinação de negócios com a Boeing deve preservar, antes de mais nada, os interesses estratégicos da segurança nacional e respeitar incondicionalmente as restrições decorrentes da ação de classe especial", disse a Embraer em comunicado.
A companhia também afirmou que a golden share do Governo brasileiro será respeitada "incondicionalmente".

Fonte - Sputnik - http://www.jb.com.br/economia/noticias/ ... -nacional/
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Re: Boeing negocia aquisição da Embraer

Mensagempor Electra » Sex Jan 12, 2018 19:21

Ministro diz que governo não cederá controle acionário da Embraer

O ministro-chefe do gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, Sergio Etchegoyen, disse no início da tarde de hoje (12) que o governo não cederá o controle acionário da Embraer. A empresa brasileira negocia uma parceria com a fabricante americana de aviões Boeing.
Etchegoyen ponderou que é preciso manter o controle da empresa para garantir o interesse nacional, mas, a partir daí, "xenofobia não vale a pena".
“Não sei que tipo de negócio a Embraer vai fazer com a Boeing. O que eu sei é que está garantido que o governo não cederá o controle acionário da Embraer. Ponto. Garantir o interesse nacional é fundamental. Essa é a essência. A partir daí, xenofobia não vale a pena, porque, de repente, a gente perde o bonde da história”, disse o ministro. "Garante-se o controle acionário dela e faz alguma associação naquilo que for conveniente e sincronizado com o interesse nacional".
No mês passado, o presidente da República, Michel Temer, já havia afastado a possibilidade de o controle acionário da Embraer ser transferido para a Boeing na negociação. “Toda parceria é bem-vinda. O que não está em cogitação é a transferência do controle”, disse Temer.

Fonte: - Agência Brasil - http://www.jb.com.br/pais/noticias/2018 ... a-embraer/
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Re: Boeing negocia aquisição da Embraer

Mensagempor Electra » Sáb Jan 13, 2018 21:14

Jungmann se reúne com executivos da Boeing para tratar de negócios com a Embraer

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, se reuniu nesta sexta-feira (12) com representantes da empresa aérea Boeing, que no final do ano passado manifestou intenção de adquirir a Embraer, fabricante brasileira de aviões. Aos executivos da companhia, ele voltou a dizer que a manutenção do controle acionário da empresa pelo Brasil é uma questão de “soberania nacional”.
Jungmann, porém, se manifestou favorável a uma parceria entre as duas empresas. Há duas semanas, ele havia concordado com as negociações entre as fabricantes de aeronaves, mas descartou a hipótese de a Embraer ser dividida com o objetivo de se vender apenas uma parte.
“Raul Jungmann se posicionou favorável a uma parceria entre Boeing e Embraer, mas defende que a manutenção do controle acionário da empresa brasileira é uma questão de soberania nacional, e não será transferida, nem irá à mesa de negociação entre as empresas”, informou o ministério da Defesa, por meio das redes sociais.
De acordo com a pasta, participaram do encontro a presidente da Boeing para América Latina, Donna Hrinak, dois vice-presidentes da empresa em nível global e o presidente comercial, Ray Conner. Além de Jungmann, receberam os executivos o comandante da Força Aérea Brasileira (FAB), Nivaldo Luiz Rossato, secretários do ministério e o diretor de Economia e Finanças da FAB, Heraldo Luiz Rodrigues.

Fonte: - Agência Brasil - http://www.jb.com.br/pais/noticias/2018 ... a-embraer/
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